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Bruno defende dois pênaltis, e Flamengo bate o Santos no Maracanã
Bruno defende dois pênaltis, e Flamengo bate o Santos no Maracanã
Contando com a inspiração do goleiro Bruno, que defendeu dois pênaltis, o Flamengo derrotou o Santos por 1 a 0, neste sábado, no estádio do Maracanã, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na briga pelo título, o Flamengo --que chegou aos 54 pontos, contra 58 do líder São Paulo-- contou com a volta do meia Petkovic, que não participou da derrota de 2 a 0 para o Barueri. O time do Rio abriu o placar logo aos 7min. Após cruzamento da direita, Adriano subiu mais do que a zaga e marcou de cabeça. Foi o 17º gol de Adriano no Brasileiro, que empata na artilharia com Diego Tardelli, do Atlético-MG. No entanto, mesmo com o domínio da partida, o Santos --o técnico Vanderlei Luxemburgo completou 300 jogos no comando do time-- teve a chance de empatar aos 21min, numa penalidade. O meia Paulo Henrique Lima, o Ganso, foi para a cobrança, mas o goleiro Bruno defendeu. "Precisamos tentar fazer um gol para ter mais tranquilidade na etapa final", disse Adriano na saída para o intervalo. Na etapa final, aos 11min, o Santos quase empatou numa boa jogada de Jean, que invadiu a área e chutou perto da trave de Bruno. Aos 18min, Adriano recebeu passe dentro da área e acertou um violento chute na trave. Aos 29min, o Santos teve outro pênalti a seu favor, muito contestado pelos jogadores do Flamengo. Ganso foi para a cobrança, e Bruno voltou a defender, dessa vez com o pé. Pelo Nacional, o Santos volta a campo no próximo sábado, quando recebe o Náutico. No dia seguinte, o Flamengo enfrenta o Atlético-MG em Belo Horizonte.
Escrito por Luiz Caetano às 23h36
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NoStress, falemos de flores...
NoStress, falemos de flores...  “Os que utilizam boas armas cultivam o Caminho e observam as leis. Assim podem governar prevalecendo sobre os corruptos." (Sun Tzu) A sucessão santista2009 começa a ganhar contornos mais precisos do desenho do Quem é Quem? Situação e Oposição fazem os movimentos no tabuleiro. Em paralelo, é informado, que outras peças pretendem entrar na disputa. Será? Se o requisito mínimo para uma chapa é o de compor 200 nomes e até agora atingiram 100, como imaginar o salto para os mais de 1.500 votos para vencer o pleito? Bem, esse negócio de terceira via em eleições de cunho plebiscitário pressupõe algo para além das cortinas e biombos. Mas, trata-se de um direito democrático. Afinal, é o futuro do Peixe que está em jogo. O jogo do poder na vida do clube. Um jogo sem intervalo, constituído de tensões permanentes, uma disputa que não cessa. Pois, é o interesse pelo poder que motiva o desenvolvimento das ações, que formata e dá dinâmica a qualquer instituição. E nessa seara, ao torcedor santista que goste ou não goste; tenha plena consciência, ou seja, alienado; participe ou não participe cabe uma certeza, as conseqüências chegam ao time em campo. Talvez, por isso, corações e mentes alvinegras praianas se ocupam das análises, comentários, pitacos e boatos produzidos no caldo de cultura alvinegro que é tecido e fervido na mídia, no orkut, nos sites, nas listas e nos blogs. Anseiam por informações, manifestam palpites e opiniões. A maioria se conduz pelo interesse de ver o SFC forte e tenta o caminho da racionalidade; outros parecem ter a finalidade de confundir, de criticar sem fundamentar, de generalizar sem argumentar. Já alguns, apreensivos com o desfecho, parecem próximos do descontrole. Levam para o teclado uma verborragia agressiva e inócua, uma histeria que somente pode ser explicada num quadro de estresse. Deu piti ! A caracterização do estresse é tida a partir de uma reação diante de demandas sociopsicólogicas. Onde as causas afetam a adaptação às tensões e as pressões da vida cotidiana. Para o próprio bem físico e mental de cada um, isso poderia ser evitado. Sem estresse... Para quem se manifesta como detentor de valores democráticos e de princípios éticos o que, minimamente, se espera é que se paute pela coerência ao debater a anatomia eleitoral: o Programa de Ação, o Candidato, o Plano Econômico e a capacidade de Comunicação de cada uma das chapas. E nisso, tenhamos a clareza de que para a DEMOCRACIA já se atribuiu o conceito de clássica, liberal, relativa, representativa e participativa, mas nunca sem votos. Participar dela e não se propor ao exercício do voto é algo insensato. No tocante a ÉTICA, o senso da moralidade requisita que também que se atente para o que é praticado na atual administração. Deixar isso de lado para somente tecer conjecturas e concentrar baterias de críticas ao grupo de oposição, se revela menos como análise e mais como um desvio ético. PS: Coluna em homenagem a H. A. Colares, uma mulher guerreira que gosta de colocar os “pingos” nos “is” e cultiva a frase: “A mais refinada arte é a arte de viver bem” ( Kleitner Schein).
Por Alvinegro de Ita
Escrito por Luiz Caetano às 16h00
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Muricy e Luxa: o clima esquentou?
Muricy e Luxa: o clima esquentou? JT Um dia depois de Muricy Ramalho falar em entrevista, sem citar nomes, que não gosta de jogar pôquer - “isso é coisa de viciado” -, Vanderlei Luxemburgo publicou em seu blog que tem o costume de jogar baralho.
O técnico do Santos, também sem citar nomes, disse que “deve ser muito triste ser ranzinza, não ter reconhecimento e não ter amigos e nem inimigos.”
E citou um texto de Danuza Leão, publicado no jornal Folha de S. Paulo no último domingo, que fala que “o pior inimigo é o falso amigo.”
Muricy e Luxa nunca trocaram farpas, como o atual técnico do Santos costumava fazer com Emerson Leão.
A rivalidade entre os dois sempre se limitou aos embates no campo, principalmente nos últimos dois anos, nos clássicos entre o São Paulo de Muricy e o Verdão de Luxa. Este último chegou a revelar certa vez, em tom de brincadeira em entrevista coletiva, que tinha ciúme do colega, porque sua esposa adorava o jeito “turrão” dele nas entrevistas.
Muricy não quis comentar o assunto ontem. Expulsão pode custar ao meia saída da Vila Belmiro Vanderlei Luxemburgo achou o culpado pelo Santos não ter derrotado o Atlético-PR, quarta-feira, na Arena da Baixada: Róbson. O meia, de 21 anos,com contrato até 31 de maio de 2011, foi expulso aos 14 minutos do segundo tempo, deixando o time com apenas dez jogadores durante mais de meia hora. Após a partida, o técnico não apenas condenou a atitude do jogador como avisou que vai puni-lo.
“Dei parabéns ao juiz pela expulsão de Róbson. Ela foi merecida e justa porque não se pode permitir que um atleta tente machucar um companheiro de profissão (Rodrigo Tiuí). Róbson prejudicou a equipe com a expulsão desnecessária e será punido”, prometeu o treinador.
Se Luxemburgo for rigoroso como nos casos de Roberto Brum e Domingos, Róbson está fora do Santos, apesar de a temporada estar perto do fim e da certeza da troca de técnico para 2010 - Luxemburgo deve assinar com o Internacional depois do encerramento do contrato com o Santos, em 31 de dezembro.
Por muito menos, Roberto Brum, um dos líderes do elenco, foi condenado por Luxemburgo. Ao ser substituído por Róbson, no começo do segundo tempo da partida contra o Flamengo, o volante recebeu o terceiro cartão amarelo, quando saía de campo, por reclamação contra o juiz Heber Roberto Lopes. Ao passar pelo técnico, o jogador foi repelido ao tentar um cumprimento e se justificar. No dia seguinte, Luxemburgo pediu à diretoria para negociar Brum, que foi emprestado ao Figueirense.
O ‘perigoso’ Domingos
Domingos foi mandado embora sob a acusação de Luxemburgo de ser violento e por “representar risco à integridade física dos companheiros”, em razão de um acidente de trabalho.
Durante um treino, o zagueiro quebrou a perna direita do quarto goleiro Rafael, numa dividida. Os dois são amigos e o goleiro afirmou não ter havido maldade no lance. Os jogadores não puderam defender Domingos, temendo represália do técnico.
Entre os dirigentes, a atitude de Luxemburgo foi considerada um exagero e prejudicial a um patrimônio do clube. Domingos foi formado no Santos, lançado no profissional em 2003, visto como um marcador que não perde dividida e símbolo de raça por inúmeros treinadores com os quais trabalhou. Ele está emprestado à Portuguesa. Um treino leve na praia carioca Minutos depois de chegar de Curitiba ao Rio, a equipe do Santos já estava treinando para o jogo de amanhã, contra o Flamengo, no Maracanã. Foi uma atividade leve, em que alguns caminharam e outros correram pelo calçadão da Praia de Copacabana em frente ao hotel que a delegação se hospedou.
O empate por 1 a 1 com o Atlético-PR ficou para trás. Agora existe a expectativa de uma vitória sobre o time carioca que, na quarta-feira, foi derrotado(2 a 0) pelo Barueri. “O Flamengo tem duas armas potentes, o Petkovic armando as jogadas e o Adriano definindo lá na frente. Vai ser um jogo muito difícil”, previu o meia Paulo Henrique Ganso.
Ele também participou do treino em Copacabana e teve de ouvir a provocação de alguns torcedores do Flamengo que cruzavam com o grupo santista.
Quem mais aproveitou da atividade foi Madson. Ao final dos exercícios físicos, o jogador subiu em uma mini moto no calçadão de Copacabana para deleite dos seus companheiros.
Para o confronto de amanhã, o técnico Vanderlei Luxemburgo não poderá contar com Kléber Pereira, que levou o terceiro cartão amarelo contra o Atlético-PR, e com Robson, expulso no mesmo jogo. Hoje à tarde, o treinador comanda treino no campo do Botafogo. + santos Esbanjando... O lateral George Lucas e o zagueiro Edu Dracena não vão se juntar ao time no Rio para o jogo contra o Flamengo, amanhã à noite, no Maracanã. A comissão técnica não explicou se a decisão é do departamento médico ou em razão de Pará e Adaílton terem jogado bem outra vez, anteontem, contra o Atlético-PR.
André volta Com a suspensão de Kléber Pereira pelo terceiro cartão amarelo, o garoto André, carioca de Cabo Frio, deve voltar a ser o camisa 9 no jogo de amanhã. Nas duas partidas em que começou como titular, contra Fluminense e São Paulo, ambos na Vila, marcou gol. Outra possibilidade é Jean atuar como centroavante e Madson voltar a ser titular. Mundial de futebol feminino Com a confirmação da FIFA da realização do primeiro Campeonato Mundial de Clubes de Futebol Feminino, em Santos, em março ou abril de 2010, o Santos Futebol Clube já trabalha para a manutenção do elenco campeão da Libertadores da América, principalmente para as permanências de Marta, Cristiane, Érika, Fran, Andréia e outras craques. A pedido do presidente Marcelo Teixeira, o Departamento de Futebol Feminino do Peixe já está cuidando renovações dos compromissos da Rainha do Futebol e a da terceira melhor do mundo. Além delas, o time ainda conta com estrelas da Seleção Brasileira como Érika e Fran, que também retornaram ao Alvinegro Praiano para a disputa da Libertadores, e que vão permanecer para o Mundial. Kléber Pereira só fica no Santos se Luxa não sair O atacante Kléber Pereira, autor do gol do Santos no empate com o Atlético-PR, quarta-feira, na Arena da Baixada, segue com o seu futuro indefinido. Nem mesmo o fato de ter alcançado marcas importantes no clube, como ser o maior artilheiro do Peixe em Campeonatos Brasileiros, com 48 gols, e quarto maior goleador na Era pós-Pelé, com 84 tentos anotados, melhoraram a situação do centroavante junto à torcida.
Ao mesmo tempo em que é bastante criticado por seu desempenho nesta temporada, Kléber Pereira vê o término de seu vínculo com o Alvinegro Praiano próximo do fim. Contratado em julho de 2007 junto ao Necaxa (México), o camisa 9 tem contrato apenas até o final desta temporada e ainda não definiu se irá ou não continuar na Vila Belmiro em 2010.
"Estou esperando. Vamos conversar ainda", disse o jogador, em entrevista à Rádio Globo. Segundo o próprio atacante, sua permanência vai depender da continuidade do treinador Wanderley Luxemburgo à frente da comissão técnica. "A gente conversa todos os dias e vai depender dele (Luxa). Já conversei com ele a respeito disso (renovação)", destacou.
Escrito por Luiz Caetano às 09h41
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Com um jogador a menos, Santos empata com o Atlético-PR em Curitiba
Com um jogador a menos, Santos empata com o Atlético-PR em Curitiba Folha Online Mesmo com um jogador a menos durante boa parte do segundo tempo, o Santos conseguiu segurar o Atlético-PR e empatou em 1 a 1, nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois gols da partida saíram no segundo tempo. Aos 4min, Kléber Pereira, de pênalti, fez 1 a 0. Três minutos depois, Bruno Costa deixou tudo igual para o time paranaense. Com o empate, o Santos, que completou o quarto jogo consecutivo sem vitória, chegou aos 42 pontos, contra 40 da equipe paranaense. Para buscar a recuperação no campeonato, o técnico Vanderlei Luxemburgo optou por formação mais ofensiva com três atacantes: Felipe Azevedo, Jean e Kléber Pereira, que retornava após cumprir suspensão. Com isso, o meia Madson ficou no banco de reservas. Na etapa complementar, o treinador colocou Robson no lugar de Felipe Azevedo. O jogador ficou em campo apenas 15min, mas foi expulso após atingir Rodrigo Tiuí. Assim, o Santos recuou e não conseguiu criar oportunidades para buscar a vitória. Agora, a equipe alvinegra enfrenta o Flamengo, fora de casa, no sábado. No mesmo dia, o time paranaense encara o Avaí, em Florianópolis. O jogo Mesmo jogando fora de casa, o Santos criou duas excelentes oportunidades no começo da partida. Logo aos 2min, Kléber Pereira arriscou de fora da área e o goleiro Galatto fez boa defesa espalmando para escanteio. Pouco depois, Rodrigo Souto enfiou para Jean que, livre e, dentro da área, tocou para fora na saída do goleiro. O Atlético-PR, que procurava atacar com velocidade e sempre utilizando as laterais, principalmente o lado direito, só ameaçou aos 23min, quando Paulo Baier cobrou falta e o goleiro Felipe defendeu com dificuldades. Depois da metade da etapa inicial, o Santos passou a comandar o jogo. A equipe marcava forte e trocava passes no campo de ataque, mas não encontrava espaço para finalizar. O grande destaque da equipe santista era o meia-atacante Paulo Henrique Ganso, que coordenava o meio-de-campo. No segundo tempo, o Santos conseguiu abrir o placar logo no primeiro ataque. Aos 3min, após uma boa troca de passes, Paulo Henrique Ganso foi derrubado dentro da área, pênalti. O atacante Kléber Pereira cobrou e fez 1 a 0. No entanto, o Atlético chegou ao empate na sequência. Paulo Baier cobrou escanteio, Felipe cortou errado e Bruno Costa completou para o gol: 1 a 1. A situação ficou melhor para o time paranaense aos 15min, quando Robson, que tinha entrado no intervalo, atingiu Rodrigo Tiuí e foi expulso. Com um jogador a mais em campo, o Atlético se mandou para o ataque. Aos 21min, Bruno Costa tocou para Rodrigo Tiuí, que invadiu a área, mas foi travado na hora do chute. Pouco depois, foi a vez de Marcinho desperdiçar a chance de virar o placar. Já o Santos chegava em lances esporádicos, mas sem ameaçar o goleiro Galatto. Apesar da insistência, o Atlético-PR falhou nas finalizações e não conseguiu conquistar a vitória. FICHA TÉCNICA ATLÉTICO-PR 1 X 1 SANTOS Local: Estádio Arena da Baixada, em Curitiba (PR) Data: 28 de outubro de 2009, quarta-feira Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE) Assistentes: Erich Bandeira (Fifa-PE) e Thiago Gomes Brigido (CE) Público: 17.930 pagantes Cartões amarelos: Valencia e Ronaldo (Atlético-PR); Paulo Henrique Lima, Kléber Pereira e Germano (Santos) Cartão vermelho: Róbson (Santos) Gols: ATLÉTICO-PR: Bruno Costa, aos sete minutos do segundo tempo; SANTOS: Kléber Pereira, de pênalti, aos quatro minutos do segundo tempo. ATLÉTICO-PR: Galatto; Nei, Ronaldo, Manoel e Bruno Costa; Valencia, Rafael Miranda (Netinho), Paulo Baier e Marcinho; Wallyson (Rodrigo Tiuí) e Patrick (Alex Mineiro) Técnico: Antônio Lopes SANTOS: Felipe; Pará, Astorga, Adaílton e Triguinho; Germano, Rodrigo Souto, Felipe Azevedo (Róbson) e Paulo Henrique Lima; Jean (Madson) e Kléber Pereira (Rodrigo Mancha) Técnico: Wanderley Luxemburgo
Borges pode ser o camisa 9 Sanches Filho, esportes.jt@grupoestado.com.br O contrato de Kléber Pereira não será renovado e para o seu lugar a preferência do Santos é Borges, de saída do São Paulo, e que também interessa ao Corinthians e Palmeiras, entre outros. Apesar de o clube estar com o quadro político indefinido, em razão da eleição para presidente em 12 de dezembro, Marcelo Teixeira, com a certeza de que vai sair vencedor nas urnas, como vem acontecendo desde 1999 (seis vitórias consecutivas), já projeta o time para 2010.
Na semana passada, Teixeira almoçou com Vanderlei Luxemburgo num restaurante do bairro do Gonzaga, em Santos. No encontro, o assunto foi o planejamento do time para 2010. A preocupação do presidente é evitar que se repitam a ameaça de queda para a Série B de 2008 e o fraco desempenho em 2009, à exceção dos jogos contra o Palmeiras nas semifinais do Campeonato Paulista. O técnico mais ouviu do que falou, dando rápidas opiniões.
Teixeira viajou para Zurique, Suíça, na terça-feira. Lá, como membro da Comissão Organizadora do Mundial Interclubes da Fifa, ele participa de uma reunião hoje quando serão discutidos os assuntos pendentes e a tabela do torneio que será disputado em Dubai, nos Emirados Árabes, em dezembro. Sábado, o dirigente volta a Santos para retomar a campanha presidencial.
Para efeito externo, Teixeira transmite o estratégico sentimento de indecisão, alegando cansaço e que precisa se dedicar à família, para evitar os ataques frontais dos opositores. Como, por exemplo, o questionamento de como um clube que em 2005 tinha R$ 170 milhões, da venda de Robinho e de outros jogadores, pode, quatro anos depois, dever uma fortuna - próximo de R$ 100 milhões, segundo alguns conselheiros - e destinar boa parte de sua receita ao pagamento de juros bancários?
Antes de viajar, Teixeira manteve encontros com empresários que estariam dispostos a investir no clube. Um padre sempre esteve presente a essas reuniões. Consta que o presidente explica que é para dar sorte.
Um desses empresários sinaliza com a contratação de pelo menos quatro bons jogadores. E a sua chegada não mudaria a relação do clube com Delcir Sonda, que detém quase 50% dos direitos de Paulo Henrique Ganso e Neymar, além de ter participação em outros jovens jogadores. Nova chapa na eleição O cenário eleitoral no Santos pode ser tumultuado pelo surgimento de uma terceira chapa, formada por ex-aliados de Marcelo Teixeira que não se juntaram à Resgate Santista, movimento de oposição. Para disputar o pleito, cada chapa deve ter a assinatura de 200 associados. A nova dissidência já reuniu cem.
Escrito por Luiz Caetano às 21h53
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Luis Álvaro conversa com santistas nesta quarta
Luis Álvaro conversa com santistas nesta quartaCandidato da oposição participará de CHAT no LNET às 16h Não perca a presença de Luis Álvaro no LANCENET! e mande suas perguntas no CHAT (Foto: Arquivo LANCE!) LANCEPRESS! Candidato do movimento Resgate Santista da eleição presidencial do Santos, que acontecerá em dezembro, o empresário Luis Álvaro de Oliveira terá a oportunidade de conversar com a torcida santista e possíveis eleitores nesta quarta-feira, em chat com duração de uma hora que será realizado pelo LANCENET!. O bate-papo terá início por volta das 16h e serve como um aquecimento para o jogo contra o Atlético Paranaense, que será realizado às 19h30, na Arena da Baixada,e terá transmissão em Tempo Real. Derrotado por Marcelo Teixeira em 2003, Luis Álvaro volta a concorrer ao cargo de presidente do Santos. A oposição santista já tem dado ênfase para a divulgação do plano de trabalho do candidato em caso de vitória, bem como suas propostas. Na próxima semana, está prevista a realização de um evento para apresentar todos os pontos do projeto da Resgate Santista para a imprensa. Logo depois, associados e torcedores serão convidados para um encontro. Assim que for definido o candidato da situação, o mesmo também será convidado para conversar com a torcida santista em um chat do LANCENET!. Por enquanto, o nome ainda não foi definido, mas é bem provável que seja o de Marcelo Teixeira, mais uma vez. Peixe defende vaga na desprezada Sul-Americana contra o Furacão JT O Santos inicia nova etapa no Brasileiro, hoje, às 19h30, diante do Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, em Curitiba: a busca por vaga para a Copa Sul-Americana, competição desprezada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. A sete jogos das férias, foi o que restou. O sonho do terceiro título nacional na década ficou para trás há muito tempo e com a derrota no clássico contra o São Paulo, domingo passado, na Vila Belmiro, o time acabou com a esperança remota de voltar à Copa Libertadores da América de 2010. E a campanha santista de 2009 é cada vez mais semelhante à de 2008, com o iniciante Márcio Fernandes.
“Nossa realidade é essa. Temos que brigar pela Sul-Americana e com a consciência de que, em caso de derrota, a situação se agravará porque ficaremos numa zona mais incômoda ainda”, analisou Rodrigo Souto, melhor santista na derrota diante do São Paulo, no clássico. “É hora de mostrar profissionalismo e procurar terminar o Brasileiro com vitórias”, pediu o volante, o primeiro jogador a reconhecer que o fantasma do rebaixamento volta a rondar o clube.
Paulo Henrique Ganso pensa diferente. Para ele, a equipe vem mostrando evolução nos últimos jogos. “Falta apenas uns acertos táticos. Tanto que marcamos três gols, mas sofremos quatro contra o São Paulo. Isso não pode acontecer num jogo dentro de casa', lamentou o meia.
Com relação ao confronto com o Atlético, Ganso acredita na reação da equipe depois dos empates por 0 a 0 contra o Vitória (no Pacaembu) e Barueri (em Barueri) e a derrota no clássico. “Será um confronto direto entre o 13º e o 14º na tentativa de classificação à Sul-Americana. Vamos entrar em campo motivados e temos chance de vencer, mesmo o jogo sendo fora de casa.”
À exceção de George Lucas e Fabão (recuperam-se de lesões) e do reserva Neymar (está na Seleção Sub-17 no Mundial da Nigéria), Luxemburgo terá os melhores jogadores do elenco à disposição. Kléber Pereira e Eli Sabiá, que cumpriram suspensão domingo, estão escalados. André teve atuação razoável e até fez gol diante do São Paulo, mas o atacante preferido de Luxemburgo continua sendo Kléber Pereira, que ele repatriou do México, em julho de 2007, para ser a referência do Santos, após o retorno de Zé Roberto à Alemanha.
“As críticas contra Kléber Pereira são injustas. Se ele não estivesse jogando, estaríamos junto com o Fluminense, lá embaixo na tabela. Kléber depende dos companheiros. Se o time não vai bem, ele também não rende. As queixas são que ele perde muitos gols, mas quantas chances estamos criando por jogo? Se tiver cinco ou seis oportunidades, certamente guarda duas ou três”, defendeu Luxemburgo. + peixe Esclarecimento Léo explicou ontem, em Curitiba, que não quis contestar a decisão da comissão técnica de não escalá-lo contra o São Paulo e nem desrespeitar Triguinho, que atuou na posição. “Disse apenas que tinha saído do time em razão de contusão e era melhor não me machucar de novo para que isso não voltasse acontecer.”
Rio à vista Luxemburgo comandou treino de finalizações ontem à tarde, no CT J. Malucelli, em Curitiba, com muito frio. Depois, os jogadores fizeram recreativo. Amanhã, após o almoço, a delegação viaja direto para o Rio, e às 17h treina nas areias de Copacabana, visando ao jogo de sábado, contra o Flamengo.
Escrito por Luiz Caetano às 00h00
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Pai de Santo x Evangélico
Pai de Santo x Evangélico Em plena disputa do primeiro turno aconteceu um “bate-rebate” promovido pela mídia com direito à réplica e tréplica que envolveu o pai de santo Robério de Ogum e o atleta e evangélico Roberto Brum. O bruxo e vidente Robério de Ogum fez uma previsão acerca da volta do Luxa ao Santos em 2009. Acrescentou detalhes e disse que o atleta "estava carregado" e atraía "energias negativas". Essa afirmação provocou o contra-ataque de Roberto Brum que, no programa Mesa Redonda da TV Gazeta, alegou ser "vítima de calúnias" e acusou o jornalista Ademir Quintino de ser uma das fontes. Aproveitou a oportunidade para reafirmar a sua crença e dedicação pela "vitória de Deus". Essa “briga” teve origem com o fisioterapeuta Filé, a serviço do SFC, sendo acusado de praticar curandeirismo nos jogadores lesionados, esquentada com as informações de que os evangélicos faziam cultos nas madrugadas. Por ocasião da chegada de Luxa ao Santos, o pai de santo perguntado pelo site Futepoca se as suas palavras eram um aconselhamento disse: - “Não é um aconselhamento, é uma previsão". E apresentou uma “previsão” sobre o futuro do Santos FC na competição: - “O time pode chegar a Libertadores, se cortar o mal (Roberto Brum). “Libertadores”? Sei! A mudança já começou". Dias depois, na partida do Peixe frente ao Flamengo na Vila, o volante até que jogou bem, mas quase no final do jogo levou o terceiro cartão amarelo de forma infantil. Era tudo o que o Luxa precisava para acatar o pedido (“previsão”) do amigo. Roberto Brum foi sumariamente afastado do elenco sem direito a defesa ou perdão. O vidente acertou em parte a sua “previsão”, Luxemburgo voltou ao Santos. Quanto à outra parte, o Santos... Não quero aqui julgar o mérito da questão, mas o jogador é patrimônio do clube, não poderia de forma nenhuma ser descartado da maneira como foi, visto que ele tem contrato com o clube. Como arranjo paliativo, algum tempo depois, ele foi emprestado para o Figueirense com parte do salário sendo pago pela “mamãe” Santos FC. O que é mais grave, ainda, é que recentemente o Kleber Pereira foi expulso numa situação semelhante e o “Presidente do Santos FC” (Oooops!) técnico não fez nada. Pode? Agora quem paga essa conta? Coluna escrita por: Pacífico Armando Guerra
Escrito por Luiz Caetano às 00h02
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A pá de cal
A pá de cal Santos, o time da virada? Com uma virada em plena Vila Belmiro, o São Paulo tratou de sepultar quaisquer pretensões que o Santos ainda tinha para esse campeonato. Ao amargar a derrota por 4 x 3, na própria casa, até mesmo as pretensões políticas do mandatário do Santos parecem ter ido por água abaixo. Marcelo Teixeira está aguardando o momento mais propicio para lançar a sua sexta candidatura para presidência do clube. Talvez, uma vitória em cima do São Paulo amenizasse por alguns dias o descontentamento da torcida e dos sócios e permitisse um cenário político mais favorável, mas não vingou. A atual crise nos gramados tem tirado eleitores que até há pouco tempo defendiam o Marcelo Teixeira com unhas e dentes. A cada novo revés tem crescido o numero de descontentes, até mesmo na cúpula diretiva. Não causaria estranheza, caso o atual presidente do Santos desistisse realmente de concorrer ao sexto mandato, visto que a sua candidatura perde força política a cada dia que passa e a oposição ganha novas adesões diariamente. Vamos aguardar os próximos dias, a disputa política no Santos deve ganhar novos capítulos. Pois, “nunca como antes na história dos mandatos emetetistas desse século” a situação esteve tão ameaçada num pleito como o próximo. Estaríamos diante do limiar de uma nova era? Sobre o jogo, tirando a derrota, foi até bom ver os dois times buscando a vitória o tempo todo. Venceu o time mais organizado taticamente e coletivamente. No Santos, um destaque especial para o garoto André que não tremeu no clássico e ainda deixou o seu gol de cabeça. Tá ai uma promessa das categorias de base que se tiver um bom respaldo da diretoria e da comissão técnica poderá vingar e se tornar um ótimo atacante. Valeu André! Coluna escrita por: Pacífico Armando Guerra
FICHA TÉCNICA SANTOS 3 X 4 SÃO PAULO Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP) Data: 25 de outubro de 2009, domingo Horário: 16 horas (de Brasília) Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS) Assistentes: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Altemir Hausmann (Fifa-RS) Renda: R$ 217.640,00 Público: 8.735 pagantes Cartões amarelos: Germano, Adaílton (Santos), André Dias, Jean, Miranda (São Paulo) Cartão vermelho: Rogério Ceni (São Paulo) GOLS: SANTOS: André, aos seis, Rodrigo Souto, aos 26 minutos do primeiro tempo; Robson, aos 21 minutos do segundo tempo. SÃO PAULO: Hernanes, aos 12, Washington, aos 38 minutos do primeiro tempo; Jorge Wagner, aos 15, Rogério Ceni, aos 23 minutos do segundo tempo.
SANTOS: Felipe; Pará, Astorga, Adaílton e Triguinho; Germano, Rodrigo Souto, Felipe Azevedo (Robson), Paulo Henrique Lima e Madson (Jean); André Técnico: Wanderley Luxemburgo SÃO PAULO: Rogério Ceni; Renato Silva, André Dias e Miranda; Adrián González (Zé Luis), Jean, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Dagoberto (Borges) e Washington (Denis) Técnico: Ricardo Gomes
Escrito por Luiz Caetano às 21h59
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