Neste domingo (17), o Santos Futebol Clube fará seu primeiro jogo no Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro) pelo Brasileirão 2009. O adversário será o Goiás, às 16 horas, pela segunda rodada do torneio. Na estreia na competição, jogando fora de casa, o Alvinegro Praiano empatou com o Grêmio (RS) em 1 a 1. Já o Goiás recebeu o Náutico (PE) em seus domínios e empatou em 3 a 3.
Após o empate na primeira rodada do nacional, o Alvinegro Praiano tem um ponto e ocupa a 14ª colocação da tabela. A pontuação da equipe santista é a mesma que a do Goiás, sexto colocado.
Mesmo tendo o mando de campo, o técnico do Peixe, Vagner Mancini, disse esperar um confronto equilibrado. “Sempre que o Goiás vem à Vila Belmiro costuma dar trabalho para o Santos FC. Nós temos que fazer valer o fator de estar jogando em casa”.
O meia colombiano Molina marcou o primeiro gol santista no Brasileirão 2009
Para o jogo, o volante Rodrigo Souto volta a ficar à disposição da comissão técnica. O atleta está recuperado de uma lesão no músculo adutor da coxa direita.
Ao longo da história, as equipes já se enfrentaram 41 vezes. Foram 12 vitórias do Peixe, 15 empates e 14 derrotas. A maior vitória santista aconteceu no Torneio Adjair Lima, em 1981, pelo placar de 4 a 0. Já o maior resultado favorável ao time goiano foi um 4 a 0, pelo Brasileirão 2008.
Desfalques Para a partida, o técnico Vagner Mancini não poderá contar com os laterais-esquerdos Léo e Triguinho. O primeiro se recupera de uma lesão muscular na panturrilha esquerda. Já Triguinho ficará 30 dias afastado dos gramados para tratar uma fratura por stress no osso do metatarso do quinto dedo do pé direito.
Além deles, o zagueiro Adaílton também não joga neste domingo (17). Ele segue tratamento no Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol (CEPRAF), após ter sido submetido a uma operação no joelho direito para a recuperação do ligamento cruzado anterior.
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FICHA TÉCNICA:
Santos FC x Goiás
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG-FIFA)
Auxiliares: Marcio Eustáquio S. Santiago (MG-FIFA) e Jair Albano Felix (MG)
Local: Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro), em Santos (SP)
Data: Domingo (17/05)
Horário: 16 horas
SANTOS: Fabio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Pará; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique e Madson; Neymar (Maikon Leite) e Kléber Pereira. Técnico: Vágner Mancini
GOIÁS: Harlei, Rafael Tolói, Gomes e Leandro Euzébio; Fábio Bahia, Everton (Felipe Menezes), Ramalho, Julio César e Zé Carlos (Amaral); Iarley e Felipe Técnico: Hélio dos Anjos
Vagner Mancini busca reforços em posições que ele considera carentes. Mas se o problema for levado ao pé da letra num contexto geral, o Santos vai precisar se reforçar em todos os setores do time, inclusive no gol. Sim, no gol. Ainda que Fábio Costa venha a se encher de brios e faça uma exibição de gala nas próximas partidas em resposta às críticas, certamente considerando-as injustas, a verdade é que ele vem falhando não é de hoje. No entanto, parece que ninguém da diretoria ou da comissão técnica se dispõe a vir a público e dizer que o Santos - além de laterais, meias, atacantes e volantes - também precisa de um goleiro. Não exatamente para ser titular no momento, mas para abrir uma salutar concorrência.
Nada contra o homem titular do gol do Alvinegro. A análise é puramente profissional. E nela há sinais de um goleiro em decadência. O frango contra o Palmeiras, a saída atabalhoada no gol do CSA e os gols que tomou contra o Corinthians na Vila Belmiro são exemplos recentes que revelam de uns tempos para cá a instabilidade do goleiro santista.
O peso da idade é o pior adversário dos goleiros, tirando-lhe a mobilidade, a força dos músculos e os reflexos. Isto já é possível observar, infelizmente, em Rogério Ceni e em Marcos. O goleiro palmeirense não foge dessas evidências muito embora tenha vivido uma noite especial em Recife classificando o Palmeiras para as quartas-de-final da Libertadores ao defender três pênaltis.
Os goleiros revelados no Santos nunca chegam a brilhar no time profissional ou porque não são valorizados como deviam ou porque não inspiram confiança. O clube tem dois goleiros reservas - Douglas e Felipe -, mas pouco se sabe sobre o desempenho deles, pois treinar é uma coisa e jogar é outra. Sem uma saudável concorrência, o titular da posição se considera insubstituível, o que é muito ruim.
Reféns de um contrato de quatro anos com Fábio Costa, um exagero para um atleta que fará 32 anos em novembro próximo, a diretoria e a comissão técnica seguem falando em reforços e não citam goleiro. Eles não citam porque imaginam a arenga que criariam com a "Muralha" se saíssem falando nisso publicamente tendo em vista o grande poder de liderança que o goleiro exerce sobre o grupo, sem contar os privilégios, mas isso é outra história.
Aliás, a coluna lança um desafio ao leitor: um picolé de limão para quem responder qual o grande goleiro que o Santos revelou nas últimas décadas?
SAMIR E OS MILHÕES
O ex-presidente do Santos, Samir Jorge Abdul-Hak, segue ganhando o processo judicial contra o clube. Já se passaram oito anos e ele vai acumulando vitórias, enquanto o Jurídico do Alvinegro segue apelando às instâncias superiores. O caso está no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Samir presidiu o Santos entre 1994 e 1999 e alega não ação que não teve direito de defesa quando foi punido administrativamente pelo Santos ao ser chamado à CPI do futebol para explicar negociações do clube com o exterior. O valor calculado por peritos caso o ex-dirigente ganhe a causa chega a R$ 5 milhões, segundo o Jornal da Tarde. Procurado pela coluna, Samir não quis falar porque o processo continua em andamento. Nos autos, o ex-presidente alega ter sido atingido moralmente e que a repercussão do caso lhe afetou por ter família, residir e trabalhar em Santos. O assessor jurídico do Santos, Mário Mello, disse à coluna que o caso ainda terá desdobramentos e que pode demorar mais uns "cinco ou seis anos".
Possível volta de Zé Roberto agita bastidores no Santos
Samir Carvalho Direto de Santos
Uma possível volta de Zé Roberto ao futebol brasileiro está agitando os bastidores na Vila Belmiro. O retorno do atleta é um sonho do presidente Marcelo Teixeira, que ficou encantado com a passagem do jogador pelo clube da Baixada. No entanto, a diretoria do Santos e os representantes do meia negam qualquer tipo de conversa nos últimos dias.
Zé Roberto, 34 anos, cogita a possibilidade de encerrar a carreira no futebol brasileiro após o término de seu contrato com o Bayern de Munique, da Alemanha. O contrato do jogador com o clube europeu termina em junho e o meia já adiantou que só vai comentar sobre seu futuro após o encerramento do Campeonato Alemão, que acontece no final deste mês.
Apesar do Bayern de Munique manifestar interesse em renovar com o atleta, o meia ainda não definiu se vai continuar na Europa ou voltar ao futebol brasileiro. Zé Roberto teria propostas de clubes da França e até mesmo do futebol dos Estados Unidos. Questionado pelo Terra sobre a volta do jogador ao Santos, o técnico Vagner Mancini desconversou. "O único Zé Roberto que nos ofereceram foi o Zé Roberto do Flamengo", disse Mancini, que respondeu sorrindo.
O ex-meia da Seleção Brasileira jogou pelo Santos em 2006 e 2007 e conquistou o Campeonato Paulista de 2007, sob o comando do técnico Vanderlei Luxemburgo, que chegou a utilizar o jogador até como atacante em alguns jogos. O meia também foi um dos destaques do alvinegro na Copa Libertadores daquela ano. O clube da Baixada chegou as semifinais da competição e foi eliminado pelo Grêmio.
Atletas não gostam da forma com que Mancini e diretoria tratam da saída de alguns jogadores
A diretoria do Santos e tampouco o técnico Vagner Mancini falam abertamente, mas longe dos microfones não escondem as carências do time e os jogadores que não devem mais ser aproveitados no ano.
A situação tomou contornos ruins para o grupo de atletas que pode ser negociado. A reportagem do LNET! apurou que alguns estão insatisfeitos com o fato de, na visão deles, estarem sendo desvalorizados pelo clube. Reclamam entre si da falta de proteção de Mancini e dos responsáveis pelo futebol do Peixe.
Os dirigentes santistas já tomaram conhecimento das reclamações dos jogadores, e garantem nunca terem divulgado uma lista de prováveis dispensados. Eles temem uma revolta generalizada com a situação, e que Vagner Mancini perca o controle do grupo.
– Temos de controlar isso. Você conhece jogador. Assim eles vão derrubar o Mancini – disse um dos pares do presidente Marcelo Teixeira.
Um caso emblemático é o do zagueiro Fabiano Eller. Ele não é um dos que mostraram a insatisfação, mas, por conta do salário alto, sabe que figura na lista de negociações. As informações desencontradas sobre a saída de Molina também geraram desconforto. Vagner Mancini aceitou trocá-lo por Wagner Diniz, do São Paulo. Após o gol do meia no empate contra o Grêmio, em Porto Alegre, o comandante voltou atrás e disse nunca ter liberado o jogador.
Coincidentemente, antes do treino de quarta, todos os atletas se reuniram no gramado, sem a presença de Mancini, mas o assunto não girou em cima da insatisfação de alguns. O diretor Adilson Durante tentou minimizar o problema.
– É natural que a gente desenvolva uma conversa dentro do processo profissional, até para que a gente possa levar ao atleta o interesse de outra equipe por ele. Eles não devem se chatear – comentou Durante.
No Peixe vice-campeão paulista nem tudo são flores. A insatisfação de alguns pode ser perigosa para a sequência no Brasileirão.
Peixe aperta o cinto, Peixe perto de anunciar mais uma contratação
Peixe aperta o cinto
Diretoria tenta livrar-se de jogadores - até titulares - com altos salários
A ordem no Santos é baixar os gastos do futebol. Até jogadores titulares com salário alto podem ser liberados em nome da economia. Depois do equatoriano Bolaños, que teve o contrato rescindido porque ganhava muito e não vinha sendo aproveitado, vão sair Lucio Flavio e Roni, que interessa ao Atlético-PR.
E até o zagueiro Fabiano Eller pode deixar o clube se o Grêmio confirmar o interesse na sua contratação e aceitar pagar o seu salário. O que explica a contratação do jovem Eli Sabiá.
Com um déficit acumulado de R$ 81 milhões nos três últimos anos, segundo os balanços administrativos, e sem perspectivas de entrada de recursos com a venda de jogadores, a ordem na Vila é economizar.
De acordo com uma fonte ligada ao presidente do clube, Marcelo Teixeira, Vagner Mancini já foi avisado de que nenhum jogador caro será contratado. Ao contrário da promessa do dirigente após a decisão do Paulista de manter a base e reforçar o time com um craque diferenciado para ser a ‘cereja’ do bolo santista.
Lincon, atacante do Rio Branco, artilheiro da Série A-2 paulista, estava nos planos de Mancini, mas ao saber que a sua liberação só seria possível com o pagamento de R$ 1 milhão, os dirigentes nem abriram negociações.
O mesmo aconteceu com relação a Neto Baiano, centroavante do Vitória, da Bahia. Ele seria o jogador ideal para incomodar Kléber Pereira, mas não houve acordo para a sua contratação. O clube baiano pediu R$ 500 mil como compensação para o rompimento do contrato e o máximo que o Santos ofereceu foi R$ 100 mil, e parcelado.
O diretor de futebol, Adilson Durante Filho, disse que o Santos não vai dificultar a saída de Lucio Flavio. “Temos um bom entendimento com o jogador e o que mais queremos é surja uma oportunidade que seja boa para ele e para o Santos.” E, informalmente, admitiu que o clube apenas não quer pagar multa na rescisão do contrato, que termina em dezembro de 2010, e se livrar do alto salário do meia.
Até a assinatura do contrato do atacante Felipe Azevedo está se arrastando. Ele foi emprestado pelo Paulista de Jundiaí por sete meses, com prioridade para o Santos comprar os direitos federativos. Ele se apresentou ao clube no fim da semana passada, mas ao contrário do companheiro, ainda não foi apresentado nem apareceu para treinar.
“Está faltando resolver um pequeno problema administrativo para ele assinar o contrato”, alega Durante Filho.
O Santos também prefere correr o risco de perder Rodrigo Mancha a discutir uma forma de compensar o Coritiba. O volante tem contrato com o Coxa até 11 de julho e se for escalado seis vezes no Brasileiro ficará impedido de atuar por outro clube na competição.
Poupado
Kleber Pereira não treinou ontem. Segundo o médico Carlos Braga, numa das finalizações o atacante chutou mais o chão do que na bola no treino de terça-feira e ainda sentia dores no joelho direito.
Esperança
O lateral Léo pode ser liberado para treinar hoje ou amanhã, depois de constatada uma inflamação, com formação de edema, na panturrilha esquerda. “Esse problema é normal com jogador que fica muito tempo parado', explicou o médico Carlos Braga.
Mancini mantém Pará
O técnico Vágner Mancini não deve promover alterações profundas na equipe titular do Santos para o jogo contra o Goiás, domingo, na Vila Belmiro. O treinador comandou treinamento coletivo na tarde desta quinta-feira no CT Rei Pelé e promoveu apenas uma mudança.
O volante Pará voltará a ser improvisado na lateral-esquerdo, já que Triguinho, titular da posição nas últimas partidas, sofreu fratura por estresse no pé direito no jogo contra o Grêmio. A modificação, inclusive, já havia sido realizada durante a partida disputada no Estádio Olímpico.
Maikon Leite no lugar de Neymar
Vágner Mancini conversou demoradamente com o atacante Neymar, no meio de campo do CT Rei Pelé, antes do treino coletivo desta quinta-feira. O garoto começou no time titular, mas na etapa final da atividade perdeu o lugar para Maikon Leite.
Mais dois jogadores indicados por Pelé fazem testes
A cada dia, a parceria entre Pelé e o Santos se fortalece. Nesta quarta-feira, em visita ao CT do Peixe, o ex-jogador Manoel Maria afirmou que mais dois jovens revelados pelo Jabaquara-Litoral, clube no qual é coordenador e que tem o Rei do Futebol como seu proprietário, passam por um período de testes na Vila Belmiro.
Os dois jogadores, que atuam no ataque, são Capriotti, de 19 anos, e Geovanio, de 16. Os garotos se destacaram em um torneio realizado pelo Litoral, no final do ano passado. Capriotti está nos juniores do Peixe e Geovanio no juvenil.
Peixe perto de anunciar mais uma contratação
Alan, ex-Vitória, chega ao clube por indicação de Mancini
O Santos anunciará em breve a contratação de seu terceiro reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro. Trata-se do volante Alan, de 18 anos, que estava no vitória. O LANCENET! havia adiantado o interesse do treinador na contratação do jogador ainda em abril.
Alan já esté em Santos e inicia os primeiros trabalhos físicos para ficar à disposição da comissão técnica em breve.
O jogador foi formado nas categorias de base do clube baiano e era visto como uma das joias da equipe. Enquanto dirigiu o Vitória, no ano passado, Vagner Mancini observou de perto o jogador. No começo de abril, o comandante elogiou as características do jovem para os diretores santistas, que iniciaram os contatos.
Apesar da pouca idade, o volante já teve passagem pelo profissional. Em 2007, quando o time baiano era dirigido por Givanildo de Oliveira, Alan passou um longo período treinando na equipe titular. E suas atuações nas categorias de base acabaram por chamar a atenção de Mancini no período.
Saída do centroavante depende da liberação da diretoria santista.
LANCEPRESS!
Kléber Pereira voltou a negociar a transferência para o futebol árabe. O jogador foi procurado por empresários essa semana, que o levaram a proposta de um clube do Catar. O acordo foi feito verbalmente, e o centroavante aguarda o aval da diretoria santista.
- Foi uma proposta boa que interessou o Kléber. Agora, só depende do Santos. Não vamos forçar a saída, e se o clube quiser mantê-lo até o fim do contrato, vamos respeitar – avisou o irmão e empresário do jogador, Daniel Pereira, em entrevista à rádio Cacique, de Santos.
O vínculo de Kléber Pereira com o Peixe termina ao final da temporada. Os árabes têm o interesse de firmar um pré-contrato com o centroavante, algo que ele só poderá fazer no fim de junho.
Kléber Pereira está acostumado com a sondagem do futebol árabe. Diversas propostas já seduziram o atleta, mas o Santos nunca aceitou sua liberação sem receber o pagamento da multa rescisória.
Marcelo Teixeira e Daniel Pereira já entraram em divergência quanto ao valo da multa. Segundo o presidente santista ela é astronômica e gira em torno de é de US$ 70 milhões (R$ 146 milhões). Já Pereira garante que o valor é de aproximadamente US$ 5 milhões (cerca de R$ 10,4 milhões).
Reunião
Segundo a Radio Cacique, dirigentes do santos FC, do Catar, e empresários estão reunidos em um restaurante de Santos acertando os últimos detalhes.
Santos 5 x 2 Seleção da Polônia - Amistoso em 1960
Só com o Brasileiro, diretoria deve enxugar elenco do Santos
Da Folhapress
Fora da Copa do Brasil e sem disputar nenhum torneio a não ser o Brasileiro até o final do ano, o Santos deve enxugar seu elenco nos próximos dias. Atualmente, o clube tem 33 jogadores no elenco e deve contratar, ao menos, mais um meia e um lateral-direito.
Outros atletas devem ser negociados e mesmo liberados para buscar outro clube, com aconteceu com Lucio Flavio. O técnico Vágner Mancini já passou à diretoria o nome dos jogadores que não serão aproveitados.
O Atlético-PR tentou o empréstimo de Roni até o final do ano, mas, segundo o time paranaense, o atacante disse à diretoria santista que não gostaria de sair do clube.
Nesta quarta-feira, o atacante Kléber Pereira, com dores no joelho direito, não participou do treino. Segundo o departamento médico do clube, o artilheiro deve treinar quinta e não será desfalque contra o Goiás, domingo, na Vila.
O lateral Léo, que sofreu uma fisgada na panturrilha, passou por exames que não detectaram nenhuma lesão.
No entanto, o jogador não treinou nesta quarta e deve ser desfalque no fim de semana.
Colaboração Gian
Zagueiro do Atlético-GO é alvo de Flu, Fla e Santos
Dirigente do clube goiano, no entanto, garante que Gil fica
Gil marcou um golaço na partida contra o Bragantino (Foto: Divulgação)
CRAQUE DO FUTURO
As boas atuações, a segurança e o bom posicionamento do zagueiro Gil, de 21 anos, têm despertado a atenção de grandes clubes da elite do futebol brasileiro. E a boa atuação na partida do Atlético-GO contra o Bragantino, nesta terça-feira, quando marcou um belo gol, em um chute forte no alto, contribuiu muito para esse interesse.
Clubes como Fluminense, Santos e Flamengo já teriam entrado em contato para contar com o jogador. Mas o diretor de futebol do clube goiano, Adson Batista, tratou de descartar a saída do jovem zagueiro, a não ser que a proposta seja irrecusável. Sabe-se que a multa rescisória do defensor é de R$ 5 milhões para clubes nacionais e de R$ 10 milhões para estrangeiros.
A saída de Gil pode estar próxima, já que o clube goiano busca contratar mais um zagueiro de qualidade para o elenco.
Sem ajuda de parceiro, Santos busca reforços baratos, DIS, fala sobre o trabalho na categoria de base do Santos FC
Sem ajuda de parceiro, Santos busca reforços baratos
OS PARCEIROS DO SANTOS
Folha Imagem
Único jogador cedido por Sonda no ano, Bolaños já se despediu do elenco santista
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Parceria fez com que Santos mantivesse várias estrelas do time, justifica diretor...
Folha Imagem
...citando Paulo Henrique e Neymar, que negociaram direitos com o grupo Sonda
Arquivo FI
Pelé, aos poucos, vai montando sua base no Santos. Ele repassou Tindurim e Peri
A parceria do Santos com o grupo Sonda, firmada no início do ano passado, tem sido intensa no que diz respeito à negociação de direitos econômicos de jovens atletas, mas quase nula no elenco profissional.
Sem ajuda financeira do investidor para aquisições no time de cima, o Santos direciona o foco para contratações a um custo reduzido, fortalecendo contato com outras empresas.
Único reforço cedido pelo grupo Sonda no ano, o atacante Bolaños deixou a Vila sem marcar nenhum gol em nove partidas disputadas. O equatoriano teve seu passe comprado por US$ 3 milhões junto à LDU, cujo destino para o Brasileirão será o Internacional.
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, alega que o time alvinegro receberá um valor não informado por permitir a saída de Bolaños antes do fim do contrato.
Com poucas perspectivas de receber novo "presente" do fundo de investimento, a equipe da Vila mira reforços pouco conhecidos. Apresentou o zagueiro Eli Sabiá, 20, ex-Paulista, e espera oficializar a contratação do meia Felipe Azevedo, 22, também vindo do time de Jundiaí.
Então na mira do Santos, Neto Baiano, artilheiro do Vitória, foi descartado em razão do valor pedido: R$ 500 mil. Os laterais Medina, do Avaí, Maranhão, do Guarani, e o volante Tinga, da Ponte, também não acertaram negociação com o Santos.
O apoio do fundo de investimento no departamento de futebol do Santos tem sido determinante para a manutenção de jogadores cobiçados pelo mercado europeu, ressalta o diretor do clube, Adílson Durante.
"A presença do Sonda faz com que o Santos mantenha seus principais talentos no clube, pois negociamos apenas parte dos direitos dos atletas ao grupo. Alguns atletas poderiam estar na Europa hoje, mas negociamos por excelentes valores com o Sonda e ainda assim mantivemos os atletas no Santos. Além disso, vislumbramos a possibilidade de valorização em vendas futuras, já que resguardamos parte dos direitos".
Dos vários jogadores com direitos econômicos "loteados" com o grupo Sonda estão os meias Paulo Henrique Lima, Alan Patrick e o meia-atacante Neymar.
Paralelamente à busca de reforços baratos, o Santos cedeu terreno para a empresa de Pelé, a Pelé Sports, que colocou dois atletas no clube: o meia Wellington Tindurim, 18, e o atacante Peri, 25. Em caso de valorização, Santos e Pelé Sports faturam.
Colaboração: Gian
Thiago Ferro, diretor da DIS, fala sobre o trabalho na categoria de base do Santos FC
A DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, reconhece que os esforços por contratações para o time profissional serão muito mais pontuais. A empresa não pretende mais cometer loucuras, como a que foi feita quando Mariano Trípodi, Maurício Molina e Michael Quiñonez foram adquiridos, juntos, por cerca de R$ 6 milhões. Apenas o segundo ainda joga no clube.
Com o investimento nas categorias de base em alta, o parceiro do Peixe aposta todas as suas fichas na formação de novos talentos. A empresa atua em conjunto com o clube. Delcir Sonda, dono da parceira, exige que sejam feitos contratos longos com os atletas, de forma a resguardar o clube.
Confira abaixo uma pequena entrevista com Thiago Ferro, diretor da DIS ao Lance:
L!: Por que não conseguiram acertar em cheio nas contratações para o time profissional? Na minha opinião, acertamos na contratação do Molina, que é ídolo da torcida e tem ajudado muito o time. No caso do Bolaños, ele teve poucas oportunidades. Tenho certeza de que ele se firmará em outro clube. Os investimentos continuarão em parceria com o Santos.
L!: Como avalia o trabalho que vem sendo desenvolvido na base em conjuto do clube? O Santos tem uma excelente categoria de base, com certeza uma das melhores do Brasil. Estamos trabalhando para fortalecê-la cada vez mais, trazendo jovens promessas em parceria.
L!: É um risco menor investir em jovens? A empresa já calculou quanto espera receber de retorno? Como será a relação com o clube quando as propostas chegarem? Em geral, o risco é menor pois os valores envolvidos também são menores. Para todos os jogadores a empresa faz um cálculo de retorno esperado, levando em consideração vários aspectos. A relação com o Santos será sempre de transparência buscando um bom termo.
Após decepção no profissional, DIS foca seus investimentos nas categorias menores
A saída de Bolaños do Santos levantou novamente questionamento de conselheiros e diretores sobre a parceria do clube com a DIS, braço esportivo do Grupo Sonda. Desde o ano passado, o empresário Delcir Sonda, dono da parceira, tem investido dinheiro no clube. Vale ressaltar que não existe qualquer documento assinado entre Santos e DIS que obrigue a empresa a investir capital na equipe.
A insatisfação de torcedores e representantes do Peixe aumenta se analisado o rendimento de reforços trazidos pelo parceiro para o time profissional. Dos que chegaram, apenas o colombiano Molina segue no clube. Trípodi ainda tem contrato, mas não é aproveitado. Quiñonez e Bolaños já foram embora. A empresa investiu cerca de R$ 12 milhões para trazer esses quatro jogadores. Até agora, não conseguiu recuperar nem um terço desse montante.
O contraponto da parceria é o investimento feito nas categorias de base. A DIS calcula já ter colocado cerca de R$ 9 milhões na compra dos direitos de jovens revelações. Só para comprar 40% dos direitos de Neymar, foram cerca de R$ 6 milhões.
O trabalho vai muito além de simplesmente colocar os jogadores no Santos. O acompanhamento é diário. A presença de dois representante da DIS em Santos – o ex-jogador do clube Toninho Vieira e o “pai” dos atletas, Jean Neto, deixa as famílias, que geralmente moram em outros lugares do Brasil, mais confortáveis. Mensalmente, com cada atleta, são gastos R$ 1 mil. Neymar, Alan Patrick e Paulo Henrique, mais famosos, geram gastos de R$ 2 mil mensais.
É por esse motivo que o presidente Marcelo Teixeira nunca colocou em xeque a parceria. Além de uma amizade muito forte com Delcir Sonda, o mandatário sabe que ganhou um verdadeiro parceiro para captar e moldar revelações. Com os jovens, o empresário exige a assinatura de um contrato longo, preservando os direitos do clube. A DIS não esconde de ninguém que faz o trabalho para lucrar futuramente com a venda dos jogadores para o exterior. Como ainda não houve proposta por nenhum dos atletas, ainda não se sabe como será o posicionamento da empresa quando isso vier a acontecer.
– Não acertar em uma contratação faz parte do futebol. O parceiro tem feito tudo certo e estamos satisfeitos. A mudança no trabalho de base tem sido muito satisfatória para nós. Não teremos problemas quando houver negociação – diz Teixeira.
O Santos não faz questão de divulgar o trabalho da empresa, o que causa o desconhecimento dos santistas. Satisfeitos com o trabalho na base, os representantes da DIS admitem que os investimentos no futebol profissional serão mais pontuais.
Neymar, Paulo Henrique, André e Alan Patrick, todos da DIS, já estão no profissional. E pela forma com que o trabalho se apresenta, outros podem ter o mesmo rumo em breve.
Molina já perdeu as contas de quantas vezes encarnou o papel de herói e de mero figurante neste pouco mais de um ano no Santos. O meia jamais teve longa sequencia no time titular. Sua impopularidade com os técnicos que passaram pela Vila é proporcional à sua admiração perante a torcida alvinegra.
O UOL Esporte listou alguns problemas e momentos de glória que o jogador colombiano passou com a camisa do Santos. Confira os cinco principais!
1. Leão x Molina
Molina enfrentou resistência no Santos logo que chegou ao clube, no começo do ano passado. O então técnico do Santos, Emerson Leão, não havia pedido a contratação do colombiano, somado ao fato de não gostar de gringos. Posteriormente, Molina ganhou a confiança de Leão, criando até boa relação com o técnico. Relembre
2. Molina dá show na Libertadores
Para quem era visto como intruso no elenco de Emerson Leão, Molina provou a Leão que valeria receber uma chance. O colombiano marcou quatro dos sete gols do Santos na goleada sobre o San José (BOL), pela fase de grupos da Libertadores de 2008, na Vila, virando intocável no time titular na disputa do torneio. Relembre
3. Lesionado, Molina "ressurge"
Temendo perder espaço no Santos no Brasileiro de 2008, Molina escondeu lesão muscular, que se agravou. Pouco utilizado no início do 2º semestre, Molina reapareceu contra o Botafogo, em 18 de outubro. Resultado: ele marcou o gol único do jogo, no Engenhão. “Escondi a lesão porque temi perder espaço”, dizia. Relembre
4. Molina, a volta – parte 2
Como havia ocorrido com Leão e Cuca, Molina jamais havia conquistado a confiança de Márcio Fernandes. Molina havia perdido espaço para Lucio Flavio e Robson no início do Paulista de 2009. Reaproveitado no clássico contra o São Paulo, na Vila, o meia novamente ressurgiu das cinzas: marcou o gol da vitória alvinegra. Relembre
5. Mancini x Molina
Pouco usado no Paulistão, Molina voltou ao inferno no Santos. O grupo detentor de seus direitos buscou interessados para o Brasileirão. Mancini não se opôs, desde que recebesse reposição. O gol de Molina contra o Grêmio mudou todo o panorama, e fez Mancini pedir a manutenção do decisivo meia na competição. Relembre
Volante do Santos chega ao Santo André para a disputa da Série A, Triguinho para por até 30 dias, e Léo deve voltar ao time contra o Goiás
Volante do Santos chega ao Santo André para a disputa da Série A
Do UOL Esporte Em São Paulo
O volante Dionísio, de 20 anos, é mais um reforço que vai chegar ao elenco do Santo André para a disputa da Série A do Campeonato Brasileiro.
O jogador, que defendeu o Oeste no último Paulistão, assinou um contrato com o time do ABC por empréstimo até o final da temporada, pois seus direitos federativos ainda pertencem ao clube do litoral paulista.
Dionísio, que também atua como ala, participou do bicampeonato paulista do Santos nos estaduais de 2006 e 2007.
Contratações à parte, o elenco do Santo André voltou aos treinos nesta terça-feira, quando trabalha em dois períodos, após o empate de domingo com o Botafogo, por 1 a 1, no estádio Bruno José Daniel.
O time do ABC volta a campo neste sábado, às 18h30, para enfrentar o Coritiba, no estádio Couto Pereira.
Triguinho para por até 30 dias, e Léo deve voltar ao time contra o Goiás
Lateral-esquerdo que vinha sendo titular do Peixe tem uma fratura por stress no pé. Léo, recuperado de lesão, reassume o posto
O lateral-esquerdo Triguinho desfalcará o Santos por até um mês. O jogador tem uma fratura por stress no pé direito e ficará entre três e quatro semanas afastado dos gramados. Esse foi o motivo pelo qual o atleta foi substituído ainda no primeiro tempo do jogo contra o Grêmio (1 x 1), no último domingo.
Agora, o Santos passa a ter apenas Léo para a ala esquerda. O jogador, que voltou à Vila Belmiro para ser titular, não joga desde o dia 1º de março, por causa de uma lesão no joelho esquerdo, sofrida durante o clássico contra o São Paulo, pelo Campeonato Paulista.
Léo já vem treinando com bola há uma semana e, nesta segunda-feira, participou de um treinamento coletivo contra o time de juniores no CT Rei Pelé. O técnico Vagner Mancini deverá confirmar Léo entre os titulares que enfrentam o Goiás, no próximo domingo, na Vila Belmiro, segunda rodada do Brasileirão.
Colaboração: Gian
Santos contrata Romarinho jogador da base do Palmeiras?
Saiu no BID da CBF o registro de ROMÁRIO GUEDES DE ALMEIDA.
37 SP 314990 SANTOS FUTEBOL CLUBE/SP ROMÁRIO GUEDES DE ALMEIDA AMADOR.
Segundo o amigo Eduardo Gomes o Romário Guedes de Almeida, não é o jogador da base do Palmeiras.
Mancini busca mais cinco reforços e espera por Mancha antes de julho
Mancini busca mais cinco reforços e espera por Mancha antes de julho
Atleta do Coritiba tem pré-contrato com Peixe. Lucio Flavio busca rumo
Vagner Mancini está confiante em um bom desempenho do Santos neste Brasileiro , mas admite que precisa reforçar o elenco para chegar longe. Segundo o treinador, o clube tem que contratar cinco peças para ficar equilibrado. A lateral direita é a posição mais carente, mas o comandante quer ainda atacantes e um zagueiro.
O atacante Lincoln, do Rio Branco de Americana, artilheiro da Série A-2 do Paulista, já esteve nos planos, mas o negócio não evoluiu. O treinador espera pela chegada antecipada de Rodrigo Mancha, que pertence ao Coritiba , mas já assinou pré-contrato com o Peixe. Ele só poderia se apresentar na Vila Belmiro a partir do dia 12 de julho, mas o time santista tenta antecipar esse prazo.
- O caso do Lincoln foi um negócio que surgiu, mas não foi adiante, e hoje não existe mais o interesse. O Rodrigo já tem o pré-contrato, mas esperamos que ele venha antes. Os clubes estão negociando. Pode ser que o Santos empreste um jogador, ou pague uma quantia, isso tudo está sendo discutido - explicou Mancini.
Mesmo que só venha após o dia 12 de julho, Mancha não poderá jogar mais do que seis partidas pelo Coritiba, pois se isso acontecer o volante não poderia atuar pelo Santos no Brasileirão deste ano.
Ao mesmo tempo em que procura reforços, Mancini sabe que Lucio Flavio não deve ficar no Peixe. O jogador está liberado para negociar a saída do clube e busca um novo rumo na temporada. O treinador falou sobre o caso do meia no Arena SporTV (assista ao vídeo).
Atacante Maxi López se diz impressionado com qualidade do Santos
Argentino afirma que time paulista foi o que mais dificultou para o Grêmio
Depois de enfrentar Universidad de Chile, Boyacá Chicó, Aurora e San Martín na Taça Libertadores, o atacante Maxi López fez seu primeiro jogo pelo Grêmio no Campeonato Brasileiro. O adversário foi o Santos, no Olímpico, no último domingom no empate por 1 a 1. O argentino declarou que ficou impressionado com o time santista.
– Fiquei impressionado com o time do Santos. Fizemos um bom jogo, foi uma partida lá e cá os 90 minutos. Mas se não fosse o golaço do Molina, teríamos ficado com os três pontos. Agora, é pensar na Libertadores – destacou.
Depois do gol gremista marcado pelo zagueiro Réver, o meia Molina empatou com um golaço de falta, de muito longe, no ângulo do goleiro Victor, já nos acréscimos de jogo.
Perguntado se o Santos foi o time mais difícil que ele enfrentou pelo Grêmio até agora, Maxi foi direto:
– Sim, seguramente.
Porque Bolaños não jogou no Santos...
Segundo o blog do Cosme Rimoli a passagem deprimente de Bolaños pela Vila Belmiro tem explicações.
E vão além da estrela equatoriana da LDU, campeã da Libertadores de 2008.
Ele pertence ao empresário Delcir Sonda.
Era ele quem deveria pagar os salários do atacante.
Só que houve um inesperado atraso.
Bolaños chegou mal fisicamente em Santos.
E, desde que o seu dinheiro passou a atrasar, de acordo com dirigentes santistas, seu empenho nos treinamentos também caiu.
O presidente Marcelo Teixeira cansou de ouvir reclamações sobre a falta de vontade de Bolaños.
Telefonou várias vezes para assessores de Delcir.
O treinador Vagner Mancini também percebeu a situação e para preservar o grupo, pediu a saída do atacante.
Bolaños também estava querendo sair.
Ele percebeu o ambiente ruim que foi criado.
Não foi a diretoria do Internacional que se lembrou do jogador.
Mas foram funcionários de Delcir que se aproveitaram do ótimo relacionamento que o empresário tem com a direção do Inter.
O lateral Kléber é do Sonda e seguiu o mesmo caminho, da Vila para a o Beira Rio.
Bolaños recebeu os salários atrasados.
Mas não ficou tão feliz quanto saber que estava saindo do Santos.
Não criou grandes amigos na Vila Belmiro.
Levou uma vida à parte.
Aposta em vida nova no Rio Grande do Sul.
Do lado santista, alívio para a diretoria e, principalmente, para Mancini.
Se pudesse, o treinador faria uma grande reformulação no time.
Mas vários jogadores que gostaria que saíssem possuem contratos longos.
Grêmio e Santos empatam em um jogaço na estreia no Brasileirão
Grêmio e Santos empatam em um jogaço na estreia no Brasileirão
Após várias chances de gol no Olímpico, equipes mexem no placar no segundo tempo com Réver e golaço de Molina
Com muito mais qualidades do que defeitos, Grêmio e Santos tiveram estreia promissora no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, as duas equipes fizeram grande jogo no Olímpico, colecionaram bons lances ofensivo e saíram com empate por 1 a 1. O Tricolor largou na frente, com Réver, mas o Peixe empatou em golaço de falta de Molina.
O Olímpico teve público impressionante para uma primeira rodada. Foram mais de 40 mil pessoas. Grande parte dos espectadores foi composta por mulheres, que tiveram acesso gratuito ao estádio como homenagem pelo Dia da Mães. As gremistas, que já costumam ir ao estádio em bom número em Porto Alegre, deram clima diferente à casa gremista. Nos lances de perigo, era possível ouvir os gritos delas, como quem tenta coordenar o jogo com a garganta.
Passada a estreia no Brasileirão, o Tricolor volta a pensar na Libertadores. Na quarta-feira, os gaúchos recebem o Universidad San Martín pelas oitavas de final do torneio continental. A situação é confortável. Como venceu por 3 a 1 no Peru, o Grêmio só será eliminado se perder por três gols de diferença – ou dois, a partir do 4 a 2. O próximo compromisso pelo Nacional é no sábado, em Belo Horizonte, contra o Atlético-MG, treinado por Celso Roth. Já o Santos ganha uma semana de preparação para a partida contra o Goiás, domingo, na Vila Belmiro.
Maxi de um lado, Madson de outro
Foi um grande primeiro tempo. O Grêmio fez o que costuma fazer no Olímpico e foi para cima do adversário. E o Santos não deixou de lado sua característica natural de ataque. O resultado foi natural: 45 minutos de muitas chances. Porém, nada de gol. Uma injustiça.
As figuras da etapa inicial foram o gremista Maxi López e o santista Madson. O baixinho do Peixe incomodou o tempo todo, auxiliado pela qualidade de Paulo Henrique, pela velocidade de Neymar e pelo bom posicionamento de Kleber Pereira. No Tricolor, quase todas as jogadas orbitaram em torno do argentino. A melhor chance do Grêmio foi com ele. Fábio Santos cruzou da esquerda para La Barbie desviar de cabeça, com o carimbo de centroavante, no travessão do goleiro Douglas.
Foi a oportunidade mais clara dos mandantes, mas esteve longe de ser a única. Chutes de Souza e Fábio Santos não entraram por detalhe. Ambos lamberam o ângulo esquerdo do goleiro santista. Rafael Marques, de cabeça, quase fez. Jonas também.
O Grêmio teve o controle das ações no primeiro tempo, mas não soube conter o Santos. O time de Vagner Mancini ameaçou muito. Com 13 minutos, Madson deu um daqueles passes que deveriam entrar no manual do articulador. Na entrada da área, ele deixou a zaga tricolor coçando a cabeça ao rolar a bola para Paulo Henrique. O garoto santista faria o gol se Victor, santo dos tricolores, não saíssem com perfeição para abafar.
Kléber Pereira e Neymar também incomodaram. O centroavante errou cabeceio que poderia ter custado caro ao Grêmio. O passe, com perfeição, foi justamente de jovem atacante. E o camisa 9 teria outra oportunidade depois, ainda mais clara. Eram 32 minutos. Eles avançou com a bola entre os zagueiros e mandou o chute. Victor espiou a bola sair pertinho, com enorme perigo.
Réver faz, Molina empata
A movimentação seguiu intensa no segundo tempo. O Grêmio seguiu mais incisivo, mas com o ataque menos inspirado. Maxi López caiu de rendimento. Jonas sumiu. Aí o jeito foi usar os zagueiros. Réver, com sete minutos, quase marcou. Tcheco mandou a bola sem peso na direção da área. O defensor de posicionou bem e, sozinho, perdeu o gol.
O Santos não foi o mesmo depois do intervalo. Ficou mais contido. Não que tenha desistido de fazer o gol. Longe disso. Mas passou a atacar menos. A saída de Neymar, substituído por Molina, não fez bem ao time praiano, que deixou de trabalhar a bola e preferiu arriscar mais de longe.
No Grêmio, o técnico Marcelo Rospide decidiu mexer no setor ofensivo. Tirou Jonas e Maxi, colocou Túlio (com Souza avançado) e Alex Mineiro. A torcida ficou na bronca com a saída do argentino e chegou a vaiar a substituição.
Aos 27 minutos, gremistas e santistas viveram segundos de tensão. A bola viajou na direção da área gaúcha, a zaga saiu mal e Kleber Pereira ficou sozinho. Ele faria o gol se conseguisse dominar. Mas não conseguiu. A tensão virou alivio para os azuis e lamento para os brancos.
Com o passar do tempo, o jogo dava sinais de que não sairia do 0 a 0. Mas não foi nada disso. Com 31 minutos, Réver dominou na esquerda da área santista e mandou chute forte, preciso, para mexer na rede de Douglas e explodir o Olímpico. Mas a festa azul não foi completa. Molina, do meio da rua, cobrou falta com perfeição e deixou tudo igual de novo no Olímpico.
FICHA TÉCNICA GRÊMIO 1 X 1 SANTOS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS) Data: 10 de maio de 2009, domingo Árbitro: Alício Pena Júnior (MG) Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago e Helberth Costa Andrade (ambos de MG) Cartões amarelos: Rafael Marques, Réver, Alex Mineiro e Ruy (G); Luizinho, Fabão, Neymar e Paulo Henrique (Santos) Público Total: 44.548 Renda: R$487.644,00
GOLS:
GRÊMIO: Réver, aos 31 minutos do segundo tempo; SANTOS: Molina, aos 40 minutos do segundo tempo
GRÊMIO: Victor; Léo, Réver e Rafael Marques; Ruy, Adilson, Tcheco (Douglas Costa), Souza e Fábio Santos; Jonas (Túlio) e Maxi López (Alex Mineiro) Técnico: Marcelo Rospide
SANTOS: Douglas; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho (Pará); Roberto Brum, Germano, Paulo Henrique (Maicon Leite) e Madson; Neymar (Molina) e Kléber Pereira. Técnico: Vágner Mancini