Márcio Fernandes vai usar jogo-treino para definir Santos
Márcio Fernandes vai usar jogo-treino para definir Santos
SANCHES FILHO - Agencia Estado
O Santos que enfrentará o Botafogo, sábado, no Engenhão, no Rio, deve ser definido no jogo-treino contra o Paulista, nesta quarta-feira, no CT Rei Pelé. O técnico Márcio Fernandes deve fazer experiências com Fabão e Adaílton no lugar de Fabiano Eller, que cumprirá suspensão pela expulsão contra o Grêmio, e não está descartada a possibilidade de Rodrigo Souto ser improvisado como terceiro zagueiro para dar qualidade à saída de bola da defesa para o ataque.
"O professor ainda não conversou com o grupo sobre o que pretende fazer para substituir os jogadores ausentes. Se ele achar que é necessário que eu atue mais recuado, estou à disposição", avisou o volante, após o treino técnico desta terça-feira, no CT Rei Pelé.
O técnico santista pediu a marcação do jogo-treino contra o Paulista por achar temerário escalar a equipe com base em testes com Fabão, Adaílton, Lima, Wesley, Tiago Luís em um coletivo em que os jogadores se conhecem e evitam divididas. A princípio, ele deve escalar Adaílton ao lado de Domingos, deixando Fabão, que não foi bem diante do Goiás, como segunda opção. Se não sentir confiança nos dois, deve escalar um deles, por exclusão, e acrescentar Rodrigo Souto à zaga.
Substituir o centroavante e artilheiro Kléber Pereira não é tarefa fácil. Se Fernandes optar pelo caminho mais simples escala Lima, que ainda não fez um gol sequer no Campeonato Brasileiro. Também são candidatos à vaga o atacante Tiago Luís e os meias Robinho e Wesley.
Outro que vai ser testado no jogo-treino é o goleiro Fábio Costa, que está sem jogar há 18 jogos porque se contundiu no dia seguinte ao jogo contra o Botafogo, na Vila Belmiro, no dia 13 de julho.
Recuperado, Róbson agora quer titularidade
Meia-atacante do Santos deve ser relacionado para a partida contra o Botafogo
Depois de duas lesões e de tentativas frustradas de retorno, o meia-atacante Róbson está próximo de fazer sua reestréia no Santos. Ele garante estar bem fisicamente e pronto para ser relacionado para uma partida.
Em entrevista exclusiva ao LANCENET!, o jogador revela o drama que viveu nos últimos quatro meses e a expectativa de voltar a campo no próximo sábado contra o Botafogo, no Engenhão.
Robinho reconhece que a culpa por ter sofrido seguidas lesões na mesma coxa esquerda é dele. O jogador chegou a mentir ao então técnico Cuca dizendo que estava bem e que ia para o jogo. Ele garante que não houve pressão para sua volta e que só jogou machucado para ajudar seus companheiros que lutavam contra o fantasma do rebaixamento.
Recuperado, enfim, ele vê o constante revezamento entre Molina e Michael na armação das jogadas da equipe como a chance de tentar se firmar na equipe titular.
Leia a seguir a íntegra da entrevista.
LANCENET!: Quais são suas condições físicas. Você se sente preparado para ajudar a equipe, que ainda se encontra numa situação delicada na tabela?
ROBINHO: Estava fazendo um treinamento físico separadamente na academia, para fortalecer minha perna. Agora estou bem, 100% fisicamente. Fiz trabalhos e testes físicos e fui aprovado. Há duas semanas venho treinando com bola e não sinto dor nenhuma. Estou pronto para se relacionado para a partida
L!: O meias Molina e Michael não atravessam uma boa fase. Tanto que eles têm se revezado na armação das jogadas. Essa pode ser a sua chance de mostrar serviço?
R.: Essa vaga ainda está em aberto. Vou buscar um lugar na equipe, ajudando meus companheiros nos treinamentos e nos jogos. Eu sou novo, mas acho que tenho condições de ser titular e vou trabalhar para isso.
L!: Em três jogos pelo clube, você teve duas rupturas no músculo da coxa esquerda. Como começou esse calvário?
R.: Foi uma lesão grave. Rompi o músculo duas vezes no mesmo lugar. No meu primeiro jogo, contra o Fluminense, o quadril do Junior César bateu na minha perna, foi tipo uma “paulistinha”. Ficou dolorido. Mas eu não falei nada para ninguém e continuei treinando. Foi quando forcei e tive uma contratura. Tratei por alguns dias, voltei a treinar e, mais uma vez, senti dores. Fui para o jogo contra o Botafogo bem, me sentindo recuperado, mas acabei rompendo o músculo da coxa esquerda. Fiquei mais de um mês tratando, fortalecendo a perna. Como não sentia mais nenhum incômodo, fui para o jogo contra o Ipatinga e rompi novamente o mesmo músculo.
L!: Houve algum tipo de pressão para que você voltasse a atuar e enfrentasse o Botafogo, já que o time se encontrava em péssima situação no Campeonato Brasileiro?
R.: Não houve pressão. Eu quis jogar. O time não estava numa fase boa, vinha de derrotas e na zona do rebaixamento. Cuca (então técnico do Santos) me perguntou como eu estava, e eu menti, dizendo que estava bem. Mas na verdade eu ainda sentia a lesão. Eu achei que fosse superar a dor, mas só consegui agravá-la. Entrei no jogo, mas, infelizmente, não consegui desenvolver o meu futebol.
L!: Na época, a comissão técnica chegou a conversar com você na tentativa de antecipar o seu retorno?
R.: Não. A única coisa que falaram é que eu estava demorando para ficar bom. Então fiquei com aquilo na cabeça. Eu tinha que ter paciência para me tratar direito, mas a vontade de voltar e ajudar os meus companheiros acabou me prejudicando.
L!: Como foi enfrentar as sucessivas lesões e o fato de que tão logo chegou num grande clube e teve uma oportunidade, você se machucou?
R.: Foi um período complicado. Fiquei muito triste. Tenho que agradecer a minha família e a minha namorada, que me ajudaram bastante. Era a maior chance da minha vida. Mas com o que aconteceu, estou mais maduro. Tenho consciência que agora sim é o momento certo de eu voltar.
L!: Foi a sua primeira lesão na carreira?
R.: Nunca tinha me machucado. Uma vez eu senti as costas e fiquei uma semana parado, mas porque fiquei todo travado. O fato de ter sido a primeira tornou tudo mais difícil, porque eu demorei para assimilar o que estava acontecendo. Roberto Brum, Cuevas e o Rodrigo Souto conversaram bastante comigo e me ajudaram bastante. O Fábio (Costa, goleiro) sofreu a mesma lesão e conversou muito comigo. São caras que me ajudaram bastante, conversaram muito comigo.
LNET!: Apesar de ter feito poucas partidas, você deixou uma boa impressão para a torcida do Peixe. Os torcedores podem esperar mais do Róbson?
R.: Com certeza. Eu não tive uma seqüência de jogos para que eu pudesse pegar ritmo e conhecer bem a equipe dentro de campo. Eu me machuquei logo no primeiro jogo, e depois voltei quando ainda não devia. Com um bom condicionamento físico e uma oportunidade no time, tenho certeza de que vou ajudar os meus companheiros e contribuir muito com o time.
Escrito por Luiz Caetano às 13h55
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"Estórias de Arquibancada e Bar"
Mancha na camisa – prejuízo em cascata -

Uma preciosa coleção

De cor predominantemente preta, são quatro; cinza uma; listradas três (décadas de 80/90 e 2004); brancas cinco (retrô, comemorativas, 2002 e 2007). Camisas do Peixe de valor simbólico intangível, fetiche motivado pela paixão maior. Coleção que se completa com cuecas, meias e toalha.
Tudo sob controle
Semana tranqüila, sem qualquer alteração na rotina. Tudo correu conforme o programado, assim foi possível antecipar a descida para Itanhaém, na sexta-feira, logo após o almoço. Não sem antes dar uma passada no Sebo e comprar Tereza Batista Cansada de Guerra, com a finalidade de revisitar um rico cenário, rever um estilo. Na memória a lembrança das impressões da primeira leitura: Jorge Amado carrega no verbo e se esmera na criação do ambiente. Como escrevia palavrões, eu achava que aquele baiano não saía da zona.
Choque e revolta
O impacto visual teve o efeito de uma facada. No varal, o manto branco com uma mancha logo abaixo do escudo. - PQP, Porra! Esbravejei. Em casa somente a filha. A mulher no trabalho, a empregada já cumprira a sua jornada. Cheguei por volta das 17:00 em Itanhaém, a Denise me relatou os detalhes da “tragédia”, um descuido da empregada. Pronto, o bom humor e a expectativa do fim semana sem stress escafedeceu-se. O sentimento de revolta, tão logo a patroa chegou, fez com que eu registrasse o BO. Ela, também exausta, não deu maior importância: - Deixa isso de lado! Compra outra, fica difícil descontar do salário da Joana. Essas coisas acontecem. Para não dar amplitude ao problema concordei, mas falei: - Amanhã dou um jeito nisso. Vou tirar essa mancha e lavar novamente todas as roupas do Santos e deixar no varal. Na segunda-feira quero que você mostre à Joana o que é um serviço bem feito.
O aprendiz em ação
Logo pela manhã, além do pão, leite e frutas, a busca de um tira-manchas foi objeto de consulta à vendedora no supermercado. – Senhorita, preciso de um bom tira-manchas, você pode me indicar? – Bem, o melhor que indico é cloro. Respondeu a moça. Contive no pensamento um palavrão e a vontade de xingar, olhei seriamente para ela e completei: - Minha jovem, a roupa a ser lavada é de alto custo, nem pensar nisso. – Desculpe-me! exclamou ela. Acho que temos duas marcas disponíveis, o senhor pode ler no rótulo qual é a melhor. Realmente, estava lá “removedor eficaz para todo tipo de manchas”. Mais uma dezena de instruções para o uso. Café tomado, separei as roupas e fui para a lavadora. Em letras garrafais: ADVANTECH WASH. Uma parafernália de botões, na tampa o passo-a-passo. Para agilizar a tarefa, solicitei breves instruções à patroa. E ela: - Vá lendo ai, veja que é super fácil. Eu é que não vou ficar em casa. Vou para a praia, você bem que poderia comprar outra camisa. – Sem essa, deixa comigo! Espere-me no quiosque. – Tá legal! Mas programe um ciclo curto, o ciclo inteiro é demorado, orientou ela.

Antes de partir para as atividades na máquina, reli o rótulo do tira-manchas, esquentei um pouco d’água, fiz o teste, apliquei o produto e... passados dois minutos: Yes! Bravo! Sumiu. Lá estava a camisa, branca e bela. Como no estado original. Assobiando, voltei às instruções na lavadora. 1) Distribuir a roupa no cesto; 2) Abastecer o multi-dispenser (alvejante – sabão em pó pré-lavar – sabão em pó lavar – amaciante); 3) Programar a máquina: Lavagem (pesada/normal/simples); Nível da água (alto/médio/baixo); Tipo de Roupa (branca/colorida/delicada). Definição das opções para o CICLO: pré-lavar/molho/lavar/enxaguar/centrifugar. 1-2-3 Enxágües. Cumpri os procedimentos, acionei os botões e calculei, enquanto essa geringonça trabalha vou ler Jorge Amado.
Coisas fora do controle e prejuízo em escala
Aliviado e bem mais tranqüilo, lá fui eu para as aventuras e desventuras de Tereza Batista. Páginas se vão e o tempo passa. A montagem imaginária do cenário, texto e contexto a pleno vapor. A tia Filipa já tinha vendido a menina, o facínora do capitão Justiniano e o tal do Daniel Gomes já tinham usado e abusado da mocinha. E o Emiliano Guedes mais o Gereba na fila para tantas outras trepadas. Um pouco distante, o barulho da máquina: tuc,tuc,tuc. Alguns instantes de silêncio e a volta das batidas. Achei que a demora era grande. Parei por momentos a leitura e fui checar a situação. Vi a tecla “Avançar etapas”. Apertei uns botões, dei uma olhada na roupa e retomei o livro. Alguns minutos depois, quando a atenção e o ritmo da leitura fazia com que eu voltasse a entrar no clima da trama, uma certa fumaça começou a se distribuir pelo ambiente, corri para área de serviço, a água jorrava aos montes da máquina. Desligo a danada, as coisas tinham saído fora do controle, antes de centrifugar a pane aconteceu. Recolhi a roupa, estendi no varal, enxuguei o espaço e tentei dimensionar o tamanho da avaria. O clima de leitura se foi, ferrou, fudeu! Tomei um copo de vinho, fechei a casa e fui para a praia. Lá no quiosque, com ares de angústia e raiva narrei o BO para a esposa. Ela riu e comentou: -Segunda-feira, eu aciono o pessoal da assistência técnica, relaxa! Ontem, fiquei sabendo do valor da fatura R$ 247,00. Falta adicionar o consumo de energia e água gastas na tarefa, um plus nas contas ao final do mês. Caramba! PQP!
Possível cenário num futuro próximo
De volta ao Brasil, após temporadas de sucesso na Europa, onde acumulou títulos pelo Chelsea, o técnico Luiz Felipe Scolari é contratado pelo Santos. Para evitar dissabores futuros, o diretor de futebol do SFC, na primeira reunião com o treinador esclarece: - Ô Felipão, você tem carta-branca para mandar e desmandar em todo o elenco. Reconhecemos a sua capacidade e o seu histórico de vencedor, mas aqui no Peixe há um detalhe a ser lembrado. Se algum dia, um dos seus “queridinhos” for se despedir não promova homenagens tolas e anacrônicas e dê a Camisa 10 para ele jogar. OK!
PS: Coluna dedicada à grandiosa santista Maria Aparecida de Carvalho, a Dona Dinha. No tanque e no muque ela lavou muitas camisas, calções e meias de uma patota de alvinegros que comandava um time de futebol de salão na zona noroeste em Sampa, na década de 1980. Com tardar, mas sem falhar, o dono da camisa 3 agradece.

Categoria: “Estórias de Arquibancada e Bar”
Escrito por Luiz Caetano às 17h39
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“Desabafo”! Carta publicada pela Folha de São Paulo do dia 11 de outubro, no Painel do Leitor
“Desabafo”! Carta publicada pela Folha de São Paulo do dia 11 de outubro, no Painel do Leitor
Nos últimos anos, venho sendo constantemente agredido, profissional e moralmente, pelo colunista Juca Kfouri.
A perseguição se escancarou quando da minha transferência do Palmeiras para o Cruzeiro, em 2002. O jornalista tentou imputar-me a pecha de mercenário, afirmou levianamente que meu caráter era duvidoso e aconselhou o Cruzeiro e demais clubes de futebol a prestarem atenção aos meus atos. Disse que comigo não iriam ganhar títulos e acabariam se arrependendo pela minha contratação. Naquela ocasião, promovi-lhe um processo de indenização por dano moral e ganhei. O processo está no TJ.
Para decepção do jornalista, conquistamos tudo em 2003, mesmo lançando à época nove jogadores da divisão de base. Mas Juca segue destilando veneno e maldade. Insinua irregularidades e oníricos atos obscuros em meu comportamento, atua de forma dissimulada, através de frases dúbias. Cria textos vazios de provas.
A sua obsessão em denegrir a minha pessoa não tem limites. Agora procura também denegrir o Instituto Wanderlei Luxemburgo, cujo único objetivo é o de tentar melhorar o nível dos profissionais envolvidos com o futebol.
Minha conduta, como pai de família, como avô, como profissional de futebol e como cidadão brasileiro, tem sido marcada muito mais por acertos do que por erros, graças a Deus e à minha competência.
Sigo o meu caminho. Tenho uma família exemplar, muitos amigos. Mas não posso deixar de repudiar a perseguição obsessiva da qual estou sendo alvo.
A vida em sociedade é semelhante à vida na selva. Entre os animais selvagens, quem vive sem esforço são os abutres. A titânica luta dos outros animais para sobreviverem torna-se seu alvo. A ave de rapina fica à espreita, torcendo pelo fracasso. Alimenta-se dos fracassos... Jamais me alinharei no time dos "abutres". Ficamos assim: que os abutres também sigam em frente, afinal são abutres! Eu continuarei feliz, me esforçando, realizando e conquistando. "
Vanderlei Luxemburgo da Silva
Colaboração Gian
Escrito por Luiz Caetano às 17h30
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Rápidas da Vila
Rápidas da Vila
Giovanni
Em fim de carreira, Giovanni tem propostas do futebol do Chipre e Uzbequistão e ainda decide se continua jogando ou se encerra.
A despedida será na vila
O certo é que, quando pendurar as chuteiras, o meia vai jogar pela última vez na Vila Belmiro. O convite do Santos para que o atleta faça a despedida no estádio foi idéia de um conselheiro do clube, e o presidente Marcelo Teixeira aprovou. Agora só depende do "Messias".
O convite
- O convite foi feito na semana passada. Vamos entrar em contato com o atleta para saber se ele encerrou ou não a carreira. Se for desejo dele se despedir na Vila, não há motivo para não ser assim. Trata-se de um ídolo santista - ressalta Teixeira, em entrevista para "A Tribuna".
- O Santos deixou a Vila à disposição do Giovanni para que faça a sua despedida. Embora não tenha sido uma iniciativa do presidente e sim do conselheiro, que é um torcedor do Santos e fã do Giovanni, é um reconhecimento por tudo o que o jogador realizou no clube. A gente sabe que o camisa 10 ainda teria condições de jogar até nesse time atual do Santos - acrescenta o empresário.
Vaga do artilheiro Kléber Pereira, do Santos é disputada por quatro.
Lima é o mais cotado. Tiago Luís, Reginaldo e Wesley correm por fora.
Os quatros não “valem” um Kleber Pereira!
Mas seja quem for o substituto de Kléber Pereira, artilheiro do Nacional com 20 gols, o Santos terá em campo um atacante quase "zerado" em termos de gols pelo clube.
Lima, “se” for o escolhido
Ele terá chance única contra o Botafogo, no próximo domingo, no Rio. Contratado pelo clube em Abril, Lima teve um bom início -marcou dois gols em quatro jogos pela Libertadores. Depois, lesões e más atuações o afastaram do time. Agora, espera aproveitar a chance de substituir o artilheiro.
"Como tenho a mesma característica dele [Kléber Pereira], de ser um atacante de área, fico na expectativa de ser o escolhido. Tenho que fazer de tudo para isso'', disse Lima, que atuou 16 vezes neste Nacional e não marcou.
Seu contrato com o Santos termina em dezembro e ainda não foi renovado.
Tiago Luis
Além de Lima, as opções de Márcio Fernandes são, em termos de gols pelo Santos, parecidas. Tiago Luis, revelado pelo clube, atuou em 12 partidas no Nacional e fez um gol. Ao todo, o jogador marcou duas vezes pelo time.
Wesley
É dos prata da casa, o que tem o aproveitamento mais pífio. Só fez um gol com a camisa do clube em 43 atuações. Em quatro jogos no Nacional-2008, não marcou.
Reginaldo A última e menos provável opção de substituto para Kléber Pereira é Reginaldo. O atacante, que tem sido pouco aproveitado, atuou uma vez pelo Santos e passou em branco.
Fabio “Muralha” Costa
O Santos faz conta os dias para poder contar novamente com o goleiro Fábio Costa, afastado do time desde julho. No entanto, a tese de que o time da Vila ficou desguarnecido defensivamente desde que Douglas assumiu a meta alvinegra não é procedente.
Na verdade, Fábio Costa travará disputa não necessariamente com Douglas, mas com ele próprio. Enquanto serviu o Santos neste Brasileiro, sua média sempre esteve acima das demais apresentações anteriores.
Na edição da Libertadores deste ano, Fábio Costa teve média de menos de 1 gol por partida (0,8 gol). No Paulistão foi 1,1 gol por jogo.
Liberado para o confronto do próximo sábado contra o Botafogo, no Rio, Fábio Costa considera tardia sua volta. Ele havia pedido para enfrentar o Atlético-PR, semana passada, solicitação rejeitada pela comissão técnica.
Douglas
Camisa 1 do Santos há 15 jogos seguidos, o goleiro Douglas, contestado em várias partidas, teve a mesma média de gols sofridos no Brasileirão em comparação ao intocável Fábio Costa.
Douglas sofreu 23 gols em 16 partidas disputadas no Nacional, média de 1,4 gol sofrido por jogo. Em dez jogos como titular santista no torneio, Fábio Costa tem os mesmos 1,4 gol: foram 14 gols sofridos em 10 jogos.
"O Douglas tem a nossa confiança. Sabemos que ele pode perfeitamente substituir o Fábio quando preciso. Mas é natural que o Fábio, por tudo que ele representa e pela liderança no clube, retornará assim que tiver condições de jogo", diz o técnico Márcio Fernandes.
Das Agencias de Santos
Colaboração Gian
Escrito por Luiz Caetano às 10h24
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“Conhecendo o Perfil do Torcedor Santista”
“Conhecendo o Perfil do Torcedor Santista”

Biografia:
Nome: Renato Ribeiro
Nascimento: 29/07/1981
Cidade: Santos/SP
Estado: SP
Grau de instrução: Superior completo Religião: acredito que Deus é sim o ser todo poderoso do universo, mas não sou praticamente de nenhuma religião.
Cidade aonde reside: divido meus dias entre morar em São Vicente/SP e São Paulo.
Vamos conhecer um pouco mais sobre o que você pensa.
1-Como você definiria a sua “pessoa”?
R= Um ogro com bom coração. Não sou lá um cara muito paciente, mas sou extremamente honesto e verdadeiro. Tento ser divertido, as vezes consigo.
2-Porque você escolheu o Santos FC para torcer?
R= O Santos me escolheu...Na verdade, não tenho um dia específico que lembro de ter me tornado santista. Sou filho de um santista, desde pequeno tive camisas do Santos, desde que me conheço por gente lembro de freqüentar a Vila Belmiro, era algo natural me tornar santista.
3-Escale o Melhor Santos que você viu jogar!
R= Rodolfo Rodrigues, Indio, Ricardo Rocha, Alex e Léo; Carlinhos, Renato e Giovanni; Robinho, Ricardo Oliveira e Muller.
Explicando duas coisas: eu era pequeno, mas tenho muitas lembranças de ver o Rodolfo Rodrigues jogando no Santos, por isso ele é meu goleiro e não o Sérgio.
Carlinhos, apesar de não ser primeiro volante, pode jogar com o Renato, os que não podem jogar juntos são Cerezo e Maezono.
4-Qual o Melhor treinador que o Santos já teve?
R= Empate técnico entre Emerson Leão e Vanderlei Luxemburgo.
5-Qual o "Maior” (melhor) jogador santista que você viu jogar (não vale o Pelé)?
R= Técnicamente, o Giovanni.
6-Qual o melhor Presidente na história do Santos FC?
R= Não vi nenhum que tenha aproveitado o valor que a marca Santos Futebol Clube realmente tem, por isso dessa eu passo, todos os presidentes que eu vi no Santos foram incompetentes.
7- Numa escala de 1 a 5, que nota você atribui ao time atual?
R= Com muito boa vontade, 2,5.
8-Você já fez loucura pelo Santos? Se sim, qual?
R= No dia da conquista do brasileiro de 2002, a primeira coisa que fiz ao chegar em Santos foi dar um mergulho, do jeito que eu estava vestido, naquelas “piscinas” que são formadas pela água que jorra das fontes, na Praça da Independência.
9-Jogo rápido.
Uma frase: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe"
Uma Música: Carrossel, Banda Black Rio. Um filme: “Curtindo a vida adoidado”, aquele que passou 80 vezes na Sessão da Tarde.
Uma personalidade: Oscar Wilde.
Um lugar: a casa dos meus pais em São Vicente.
Um projeto: Já plantei uma árvore, falta escrever um livro e ter um filho. Honestamente, não sei qual dos dois sai primeiro.
Categoria: Conhecendo o Perfil do Torcedor
Escrito por Luiz Caetano às 01h29
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Sem Kléber Pereira, Santos busca nova forma de fazer gols
Sem Kléber Pereira, Santos busca nova forma de fazer gols
Bruno Thadeu Em Santos
A ausência de Kléber Pereira para o duelo contra o Botafogo, dia 18, no Rio, pode não causar grande preocupação aos próprios torcedores santistas, já que o artilheiro do Brasileirão praticamente some quando atua longe da Vila, 19 dos 20 gols feitos por ele no torneio ocorreram em casa.
| PEREIRA 55 X 52 ELENCO SANTISTA |
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Folha Imagem
Kléber Pereira: 55 gols desde que chegou ao time da Vila. Atacante vira "professor" ... |
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AP
...dos demais jogadores do ataque. "Ele na área é impressionante", elogia colega Lima |
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O problema é que o elenco santista se desacostumou a fazer gols em meio à canalização dos gols a uma mesma pessoa.
Kléber Pereira possui mais gols no Santos do que todo o restante do plantel somado. São 55 gols em 80 jogos disputados pelo clube, desde o ano passado.
Os 33 jogadores do atual elenco santista (com as exceções dos goleiros Fábio Costa, Douglas e Felipe) marcaram 52 gols com o uniforme alvinegro.
Substituto de Kléber Pereira para a partida no Engenhão, o atacante Lima afirma ter aprendido noções ofensivas com o goleador santista, pretendendo colocar em prática agora na ausência do "professor" contra o Botafogo.
"Aprendi muito com ele. A forma como domina a bola na área, sempre já preparando para o chute, é impressionante. O segredo de um atacante é o posicionamento. E é difícil achar alguém que saiba se posicionar tão bem na área quanto ele. Mas o Santos tem outros jogadores que podem decidir", avisa Lima.
A dependência em Kléber Pereira, que cumpre suspensão frente ao Botafogo, é vista como algo natural pelo técnico Márcio Fernandes.
"Sabemos desse fato do Kléber Pereira ser a referência, mas não tem como deixar de passar a bola para ele. Ele chama o jogo. Eu costumo compará-lo ao Romário por sua frieza no arremate. É natural que ele acabe sendo o artilheiro. Não vejo problema em centralizar o jogo nele", justifica.
Santos terá novidades contra o Botafogo
Depois de longo período afastado, Fábio Costa volta com dois meias ao time da Vila Belmiro, no Engenhão!

Santos terá novidades para partida contra o Botafogo. (Créditos: LANCEPRESS)
Se por um lado o técnico Márcio Fernandes não poderá contar com Kléber Pereira, Fabiano Eller e Carleto para a partida contra o Botafogo no próximo dia 18, no Rio de Janeiro, por outro ele terá o retorno de três jogadores.
O goleiro Fábio Costa e o meia Róbson já estão recuperados de um estiramento muscular na coxa esquerda e participaram normalmente do coletivo desta sexta-feira. A exceção ficou por conta do meia Michael que, embora tenha permanecido no Cepraf durante a atividade, também tem a volta programada.
O retorno do camisa 1 já havia sido ensaiado para a partida contra o Atlético-PR, quando o jogador pediu para jogar. Na ocasião, em reunião com o departamento médico e comissão técnica, Fábio Costa foi convencido a não queimar etapas do processo de recuperação e voltar somente no dia 18, contra o Botafogo.
O jogador está afastado do time há 18 rodadas. Sua última partida foi contra o mesmo Botafogo, na Vila Belmiro, no empate em 2 a 2, no dia 13 de julho. Longe dos gramados há 83 dias, o goleiro ainda recupera suas condições físicas, já que voltou aos exercícios há cerca de vinte dias.
Outro retorno muito aguardado pelo torcedor santista é o do meia Róbson, que fez sua última partida no empate em 1 a 1 com o Ipatinga, no dia 20 de agosto. Com apenas três jogos disputados pelo Santos em quase quatro meses de clube, o jogador está recuperado e pode ser relacionado para a partida.
Fora, Santos é um dos piores da história
Aproveitamento de 16,7% iguala a marca de 1997, a pior do Alvinegro
O Santos está impedido de sonhar com uma condição melhor no Brasileirão devido ao péssimo desempenho fora de casa. A campanha é péssima, soma apenas uma vitória em 14 jogos, o que resulta, até o momento, no pior desempenho como visitante da história do time no torneio.
O aproveitamento de 16,7% é idêntico ao de 1997, quando a equipe somou só oito, dos 48 pontos possíveis como visitante. Mesmo assim, o time comandando por Luxemburgo chegou até a semifinal da disputa graças ao aproveitamento de 88,9% como mandante. Neste ano, o aproveitamento na Vila é de 57,8%.
Gramados ruins, campos grandes, pressão da torcida, tudo isso já foi argumento para os jogadores santistas, mas nada justifica o pífio desempenho longe da Vila.
A disparidade entre as atuações dentro e fora de casa neste campeonato são impressionantes, e assombra inclusive a era Márcio Fernandes. Com o treinador, considerado fundamental para a recuperação do elenco, já foram cinco partidas como visitante, sendo dois empates e três derrotas. O único triunfo obtido sem o mando foi diante do Internacional (1 a 0), no Beira-Rio. Na época, a equipe era dirigida por Cuca.
– O Santos tem mostrado qualidade e competência para conquistar o resultado fora – acredita Fernandes.
Não é o que mostram os números. A dificuldade para marcar fora de casa impressiona. Foram apenas sete, dos 36 feitos no Brasileirão. Kléber Pereira ilustra bem este quesito. Já que o artilheiro do Brasileirão com 20 gols, marcou apenas um longe do alçapão. O tento aconteceu no clássico contra o Palmeiras, no Palestra Itália.
Como visitante ainda restam cinco jogos. Tempo suficiente para o elenco reagir e não entrar negativamente para a história do clube.
Meia do Santos não quer voltar para Europa
Empréstimo de Michael termina em dezembro e pode retornar à Ucrânia.
Michael está com uma inflamação no tendão do joelho esquerdo e por isso ficou afastado das últimas duas partidas do time. Como o contrato de empréstimo do Dínamo de Kiev (UCR) termina no final do ano, ele está ansioso para retornar aos titulares e demonstrar potencial para permanecer no Peixe. No vínculo com os ucranianos há a opção de renovação por mais seis temporadas.
– Eu quero e preciso jogar bem aqui. Se não terei de voltar para o Dínamo e isso, definitivamente, eu não quero. Ainda tenho pretensão de ficar mais tempo no país, pois como disse em minha chegada, almejo a Seleção Brasileira – diz o meia, em entrevista ao LANCE!.
O jogador está preocupado com a reputação que está criando. Como fica grande parte do tempo em tratamento no Departamento Médico, alguns companheiros de equipe já reclamaram de sua postura. Michael alega fortes dores no joelho a cada final de partida.
– Não quero ficar marcado com esse rótulo de jogador “chinelinho”. Poucas pessoas sabem da gravidade da minha lesão. Estou me dedicando bastante para poder me recuperar e poder ajudar o Santos – diz Michael.
Colaboração Gian
Setor Visa: Os ingressos para o recém-criado Setor Vip Visa, já estão disponíveis para aquisição do torcedor santista a partir desta sexta-feira no site www.futebolcard.com. Quem acessar o endereço, poderá comprar entradas para os últimos quatro jogos do Peixe na Vila Belmiro: contra Figueirense (25 de outubro), Palmeiras (2 de novembro), Internacional (16 de novembro) e Náutico (7 de dezembro). O valor do ingresso será de R$ 55 (inteira) e R$ 27,50 (meia). A inauguração do espaço, que leva o nome do menino João Pedro, será diante do Figueirense, no dia 25 deste mês.
Mudança de horário: Por falar no jogo entre Santos e Figueirense, o horário deste confronto do dia 25 de outubro foi alterado pela Diretoria de Competições da CBF. Inicialmente marcado para às 16 horas, a partida teve o seu começo remanejado para às 18h20 (horário de Brasília).
Dia das Crianças: Mesmo de folga dos treinamentos no final de semana, os jogadores Adaílton e Adriano estarão dando autógrafos na loja Umbro Store, localizada na Vila Belmiro, para as crianças presentes nas atividades da programação de Dia das Crianças do clube. Na oportunidade, o estabelecimento estará dando um desconto especial na compra de produtos infantis. ˝Será um presente para mim e para eles. Gosto muito de crianças e é sempre gostoso proporcionar essa aproximação˝, apontou Adaílton ao site oficial do Santos.
Escrito por Luiz Caetano às 10h00
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"Estória de Arquibancada e Bar"
“Vi outro jogo” - 3 dimensões –
A caminho do bar, o papo girava em torno das eleições municipais. – Que coisa, esse diz-que-diz eleitoral vai se prolongar até o fim do mês. Essa estória de segundo turno não é legal. Reclamava o Charles. – Legal é. Tá até previsto em lei. Retruquei com ironia. Ele replicou: – Ora, que raios de democracia é essa em que o voto é obrigatório? Toquei de primeira: – Charles, se todos nós somos contribuintes obrigatórios, pois pobres e ricos pagam os impostos indiretos no ato da compra de mercadorias, quer se saiba disso ou não, quer se queira ou não. O voto obrigatório pode funcionar como um rito de passagem para que a sociedade avance da democracia política para a democracia social. – Como assim? Perguntou ele. Ao que expliquei: – Meu caro, a inexistência de um grau elevado de consciência política e distribuído de forma homogênea no seio da sociedade é algo que podemos perceber em todos os segmentos. As divergências de opiniões quanto aos direitos e os deveres a respeito do voto comprovam isso. O que evidência que o exercício da cidadania não consiste em uma questão de saber mais ou de saber menos. Votar é um direito/dever igual para todos, resta lamentar que a equidade não seja praticada. Também acho que o voto facultativo daria maior qualidade à democracia. Por isso, o rito de passagem é fundamental, um dia chegaremos lá. Então, talvez, as eleições adquiram credibilidade suficiente, a ponto de contribuir para redução das desigualdades no país. Mesmo que o ritmo atual seja lento e eivado pelo fisiologismo, o clientelismo e a corrupção.
Vi os “melhores” momentos
Já na mesa, antes da primeira rodada, declarei: - Vamos deixar de lado essa conversa eleitoral. Você viu o Peixe ontem? Assisti os “melhores” momentos do jogo e achei que faltou sorte ao Santos. Bola na trave, por duas vezes, pênalti não marcado e algumas chances perdidas. Jogando fora tá difícil o time faturar uns pontinhos, o negócio é se garantir na Vila. Tem nada não, nosso Peixe é incaível! Eis que adentra ao recinto, o Thomé. Outro colega santista freqüentador dos papos de bar e arquibancada.
Viu o jogo todo
- Incaível??!!! Que catzo de neologismo é esse ô Alvinegro? Essa palavra não existe, isso só confunde, não pega bem. – Ora, ora Charles pra quem sabe ler, pingo é letra. Saía da mesmice, você quer precisão? – Vá catar coquinhos! A pauta principal é o Santos, falemos do jogo de ontem. Diante da provocação, Charles resumiu: – Eu assisti ao jogo inteiro, o Peixe jogou com vontade, o time começou mal e desorganizado na defesa. Não suportou a pressão inicial do Grêmio e falhou. O primeiro gol saiu logo no início e deixou a rapaziada nervosa. Errando muitos passes e sem concluir bem as oportunidades que apareceram. O tal de Fábio Santos está sem ritmo de jogo, o Carleto seria uma melhor opção. Já o Domingos, acho que o cara tinha que ficar em lua-de-mel por uns dois meses. Pô! a bola bate nele e sobra justo para o atacante. Fora uns três lances que ele quase me mata de susto. Agora que o juiz é um safado, é. Prejudicou o Santos, a diretoria tem que acionar a CBF e vetar aquele picareta.
Viu outro jogo
A palavra foi tomada pelo Thomé. – Pessoal, ontem eu estava em Porto Alegre, a trabalho. Aproveitei e fui ao Olímpico . Pelo que ouvi de vocês até agora, parece até que vi “outro jogo”. Lá no estádio o incentivo da torcida gremista é algo que impressiona e os gaúchos perturbam o tempo todo. O juiz até que pisou na bola sim, mas cá pra nós, aquela defesa do Santos se apertada entrega o ouro. Basta jogar fora da Vila. O Douglas até que defendeu uns chutes perigosos, mas que ele gosta de “caçar borboletas”, gosta sim. Isso de ver os melhores momentos é bem relativo, acho que a transmissão na tv chega a ser enganosa. Na maioria das vezes quem transmite (e comenta) assume posições tendenciosas. Tava um frio danado e somente alguns gatos pingados na torcida do Peixe. Um detalhe que me chamou atenção foi o de que, apesar do gramado do Olímpico ser avaliado como um dos melhores do país, vi em alguns pontos tiririca. – Tiririca? É essa é uma praga que viceja em tudo que é lugar. Por mais que sejam combatidas, as ervas daninhas resistem aos defensivos agrícolas e reaparecem. Disse o Charles. Em face do que comentei: - A propósito disso Thomé, saindo da grama do campo para o campo da poesia, relembro um grande poeta que viveu lá em Porto Alegre, ele escreveu o Poeminha do contra:

Todos estes que aí estão Atravancando o meu caminho, Eles passarão. Eu passarinho!
Conta paga, saímos do bar ainda sóbrios. O consenso predominante foi o de que em tempos de lei seca a democracia se dissemina. O maior cuidado no ato de beber evita conseqüências danosas à saúde própria e reduz em muito os riscos de acidentes e tragédias que atingem a terceiros. A minoria festiva se submete à vontade da maioria, sem que fiquem de lado também os seus interesses.
PS: Coluna dedicada às colegas Regina, Lúcia, Ana Lúcia e à Profª Marize que entre um chopp e outro, sucos e pastéis fizeram daqueles momentos no Bar do Amigo Leal, em Sampa, uma noite agradável, de boa conversa e muita alegria. Sempre avante Peixe!

Categoria: “Estórias de Arquibancada e Bar”
Escrito por Luiz Caetano às 14h26
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Árbitro relata ofensas e ameaças de Fabiano Eller na súmula da partida
Árbitro relata ofensas e ameaças de Fabiano Eller na súmula da partida
O árbitro Marcelo de Lima Henrique relatou na súmula da partida entre Grêmio e Santos, quarta-feira, no Olímpico, as ofensas que o zagueiro Fabiano Eller, expulso na partida, teria feito a ele. No texto, o juiz afirmou que o jogador do Peixe o xingou e disse que tudo estava armado para a vitória do Tricolor gaúcho. Ele informou ainda que Eller invadiu o campo após o término da partida e o ameaçou.
A íntegra do relato do árbitro:
"Ao mostrar-lhe o cartão vermelho, o citado atleta expulso do Santos me disse as seguintes palavras: safado, filho da puta, safado, está tudo armado para o Grêmio. Ao encerrar a partida, informo ainda que o citado atleta expulso do Santos, senhor Fabiano Eller, nº 6, invadiu o campo de jogo vindo em minha direção e proferindo as seguintes palavras: vou te pegar em Itaboraí, seu safado, filho da puta. Vou te pegar em Itaboraí."
No desembarque do Santos nesta quinta-feira, Fabiano Eller voltou a criticar o árbitro, mas descartou uma vingança e afirmou que não é "bandido". Ele reconheceu que poderá pegar uma pesada punição por causa dos seus atos. Caso seja denunciado, ele pode ser incluso no artigo 187 (ofender moralmente o árbitro ou auxiliar em função) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que prevê pena de 30 a 180 dias, o que o tiraria do Campeonato Brasileiro.
A atuação de Marcelo de Lima Henrique irritou muito os santistas. Além do lance envolvendo Eller, todos ficaram insatisfeitos com o cartão amarelo recebido por Kléber Pereira, que agora está suspenso para a partida contra o Botafogo. A direção do clube irá mandar um vídeo à CBF e pedir a punição do juiz.
Globo.com
Pra descontrair

Essa é de doer!

Procura-se

Quem procura acha!

Escrito por Luiz Caetano às 08h11
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Fernandes esquece árbitro e tenta motivar Peixe após polêmica derrota
Fernandes esquece árbitro e tenta motivar Peixe após polêmica derrota
Treinador espera que a equipe repita o bom futebol diante do Botafogo, no sábado, mas tem problemas para escalar titulares
Mais do que encontrar substitutos para Fabiano Eller e Kléber Pereira, o técnico Márcio Fernandes terá de trabalhar como psicólogo do Santos para reanimar o time que enfrentará o Botafogo, sábado, às 18h10m, no Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro. O treinador acredita que o momento seja para esquecer os problemas com a arbitragem e focar o afastamento definitivo do fantasma do rebaixamento.
Os jogadores do Peixe retornaram de Porto Alegre extremamente irritados com a derrota e a atuação do árbitro Marcelo de Lima Henrique, sobretudo por conta de um suposto pênalti não marcado (a bola tocou em um dos braços de Soares) e da expulsão de Fabiano Eller. Kléber Pereira recebeu o terceiro cartão amarelo e também não joga no final de semana.
- De arbitragem, não quero mais falar. As imagens estão aí para todo mundo poder analisar. A minha parte agora é fazer com que a equipe repita contra o Botafogo o mesmo bom futebol que apresentou diante do Grêmio – afirma.
Márcio Fernandes começa a montar a equipe no treinamento da manhã desta sexta-feira, às 9h, no CT Rei Pelé. A expectativa é de que o goleiro Fábio Costa e o meia Michael, machucados, possam voltar.
Colaboração:Gian
Escrito por Luiz Caetano às 18h33
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"Analise do Jogo"
Grêmio 2 x 0 Santos
O jogo Grêmio x Santos no Olímpico me suscitou duas dúvidas:
O Grêmio não é tudo isso ou o time do Santos é que também não é tão fraco como alguns pintam ?
As duas coisas.
Esse campeonato está tão nivelado que pode-se dizer que praticamente não existem zebras.
O combalido Vasco vai até a Ilha do Retiro e empata com o sempre perigoso Sport. O Palmeiras vai a Florianópolis enfrentar o Figueirense buscando a liderança e empata em 0x0.
E nosso Santos vai ao sul em missão inglória e bate de frente com o novo líder da competição.
Perdemos, é fato. Mas o time deu mostras de que pode enfrentar qualquer time do campeonato.
Exceto pelo descontrole ao final da partida, muito por conta da arbitragem atrapalhada de ontem, o time mostrou tranqüilidade para organizar suas jogadas.
Claro que falta algum ajuste na marcação e especialmente na saída de bola, que fica complicada quando marcada pressão, mas dá pra melhorar.
Outro ponto crítico é a atenção no início do jogo. Perdemos o jogo para o Goiás da mesma forma.
Mas continuo com a sensação de que esse atual time do Santos, mantidas as principais peças, se tornaria um time muito bom pro ano que vem com apenas três boas contratações.
Três jogadores estilo “Roque Junior, Zé Roberto e Nilmar”, elevariam nosso time ao status de grande elenco, capaz de disputar títulos novamente.
É sabido que a atual diretoria é boa em especular e fraca demais pra contratar, mas ano que vem é ano de eleição e em ano de eleição as coisas costumam andar um pouco melhor. Vamos aguardar. É mais esperança do que expectativa, mas vamos aguardar.
Por hora é manter a cabeça fria e se blindar nos bastidores contra possíveis novos erros de arbitragem, que devem se intensificar nessa fase final.
Olho aberto, pois nossa tabela nessa reta final é das mais complicadas, especialmente se levarmos em conta nossa estatística fora de casa.
Por Allan Maciel
Categoria: "ANALISE DO JOGO"
Escrito por Luiz Caetano às 09h10
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Ficha técnica: Grêmio 2 x 0 Santos
Fabiano Eller detona árbitro: 'Ele precisa ser banido do futebol'
Jogador reclama da expulsão contra o Grêmio e precisa ser contido por Serginho Chulapa após a partida desta quarta-feira, no estádio Olímpico
O zagueiro Fabiano Eller deixou o gramado do estádio Olímpico indignado com a atuação do árbitro Marcelo de Lima Henrique na derrota do Santos por 2 a 0 para o Grêmio, nesta quarta-feira, no Olímpico, pelo Campeonato Brasileiro. O jogador reclama de um pênalti não marcado para o Peixe e de sua expulsão, pouco antes do segundo gol do Tricolor gaúcho.
- Ele garfou o nosso time. Ele precisa ser banido do futebol. Se eu pegar suspensão, ele tem de pegar também. Estou indignado, foi a pior coisa que eu vi no futebol. Ele tirou ponto do nosso time. Não foi o Grêmio – desabafa.
Os jogadores do Santos tentaram cercar o trio de arbitragem após o jogo, mas alguns policiais chegaram rapidamente e os protegeram até os vestiários. Já os atletas do Peixe foram contidos pelo ex-jogador Serginho Chulapa, membro da comissão técnica.
Com a expulsão, Fabiano Eller não enfrenta o Botafogo, sábado, às 18h10m, no Engenhão, pela 30ª rodada.
Ficha técnica: Grêmio 2 x 0 Santos
FICHA TÉCNICA GRÊMIO 2 X 0 SANTOS
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS) Data: 8 de outubro de 2008, quarta-feira Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ) Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa) e Ricardo Maurício Ferreira de Almeida (ambos do RJ) Cartões amarelos: Jean e Morales (Grêmio); Fabiano Eller, Kleber Pereira e Domingo (Santos) Cartão vermelho: Fabiano Eller
Gol: GRÊMIO: Morales, aos 2 minutos do primeiro tempo e Soares, aos 49 minutos do segundo tempo.
GRÊMIO: Victor; Jean (Amaral), William Thiego e Rever; Felipe Mattioni, Rafael Carioca, Willian Magrão (Orteman), Douglas Costa e Hélder; Perea e Morales (Reinaldo) Técnico: Celso Roth
SANTOS: Douglas; Wendel, Domingos, Fabiano Eller e Fábio Santos (Carleto); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Bida (Pará) e Molina (Tiago Luís); Nelson Cuevas e Kléber Pereira Técnico: Márcio Fernandes
Escrito por Luiz Caetano às 00h51
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